RJ: Justiça concede liberdade a cônsul alemão suspeito de matar marido

Uwe Herbert Hahn estava preso desde o último dia 7. Decisão é da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio

atualizado

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O cônsul alemão Uwe Herbert Hahn foi preso nesse sábado (6/8)
1 de 1 O cônsul alemão Uwe Herbert Hahn foi preso nesse sábado (6/8) - Foto: Reprodução/ TV Globo

Rio de Janeiro – A Justiça do Rio concedeu liberdade ao cônsul alemão Uwe Herbert Hahn, acusado de matar seu marido, o belga Walter Henri Maximilien Biot, no último dia 5. A decisão é da 2ª Vara Criminal.

De acordo com a desembargadora Rosa Helena Penna Macedo Guita, “há excesso de prazo para a propositura da ação penal”. Isso porque, Uwe está preso desde o dia 7 de agosto e até essa quinta-feira, dia 25, data da decisão, não houve denúncia por parte do Ministério Público. O prazo legal é de 10 dias.

Uwe deixou a Casa do Albergado Crispim Ventino, em Benfica, na zona norte da cidade, nesta sexta-feira (26/8).

Walter foi morto no apartamento do casal, em Ipanema, zona sul do Rio. Segundo Uwe, ele teria sofrido um mal súbito e bateu a cabeça antes de morrer. O laudo do Instituto Médico Legal (IML), no entanto, apontou múltiplas lesões em seu corpo.

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Belga encaminha também imagem, onde aparece com um machucado no queixo
Walter relata, em mensagens ao irmão, viver um "inferno" com o marido
O casal estava junto há 20 anos e possuía passaporte diplomático
O cônsul alemão Uwe Herbert Hahn foi preso nesse sábado (6/8)
Laudo do IML aponta múltiplas lesões no corpo do belga Walter Henri Maximilien Biot, de 52 anos
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Laudo do IML aponta múltiplas lesões no corpo do belga Walter Henri Maximilien Biot, de 52 anos

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Walter relata, em mensagens ao irmão, viver um "inferno" com o marido
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O casal estava junto há 20 anos e possuía passaporte diplomático
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O casal estava junto há 20 anos e possuía passaporte diplomático

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O cônsul alemão Uwe Herbert Hahn foi preso nesse sábado (6/8)

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Após ouvir testemunhas, a delegada Camila Lourenço, assistente da 14ª DP (Leblon), afirmou não haver dúvidas sobre a existência de um crime doloso. “Há um contexto que sugere ter havido espancamento. O cadáver fala as circunstâncias da sua morte. O cadáver fala sim. Através das múltiplas lesões que estão espalhadas pelo corpo, a gente consegue ter uma noção de como ocorreu aquele evento. Não há dúvidas da existência ou da prática de um crime doloso contra a vida”, disse a delegada em entrevista coletiva, no começo do mês.

Uwe Hahn foi preso na noite do dia 6 de agosto. No dia seguinte, a defesa do cônsul entrou com um pedido de habeas corpus, que foi negado pelo plantão judiciário.

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