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Brasil

Rio: Justiça mantém prisões dos três agressores de Moïse em quiosque

Nas três audiências de custódia, realizadas separadamente, magistrados mantiveram as detenções provisórias dos acusados por 30 dias

03/02/2022 18:57
Reprodução
Fotografia colorida de presos

Rio de Janeiro – A Justiça confirmou a prisão dos três agressores do congolês Moïse Mugenyi Kabagambe, que morreu espancado no dia 24/1 em um quiosque na Barra da Tijuca. Em audiência de custódia, os magistrados mantiveram as prisões temporárias de 30 dias para Fábio Pirineus da Silva, o “Belo”, Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca, o “Dezenove”, e Brendon Alexander Luz da Silva, o “Totta”.

As audiências foram individualizadas e realizadas em salas separadas na Central de Audiência de Custódia (Ceac) de Benfica, que funciona no Presídio José Frederico Marques. Os três foram identificados a partir das imagens das câmeras de segurança do quiosque Tropicália, onde ocorreu o crime, e aparecem no vídeo imobilizando, amarrando e espancando o congolês.

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Documento de identificação de Moïse
Câmera registra agressão contra congolês Moïse
Moïse Kabagambe, de 24 anos
Três homens foram presos pela morte do congolês Moïse, em um quiosque no Rio de Janeiro
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Três homens foram presos pela morte do congolês Moïse, em um quiosque no Rio de Janeiro

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Documento de identificação de Moïse
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Documento de identificação de Moïse

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Câmera registra agressão contra congolês Moïse
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Câmera registra agressão contra congolês Moïse

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Moïse Kabagambe, de 24 anos
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Moïse Kabagambe, de 24 anos

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De acordo com o Tribunal de Justiça, na audiência de custódia de Brendon Alexander, após um breve depoimento, ele teve a prisão confirmada pelo juiz Rafael de Almeida Rezende.

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“O mandado de prisão temporária foi regularmente expedido e está dentro do prazo de validade, não se tendo notícias de que a decisão tenha sido alterada posteriormente pelo juízo natural. Considerando a regularidade do mandado de prisão, eventual pleito de revogação da prisão ou sua substituição pela modalidade domiciliar deve ser dirigido ao juízo natural”, destacou o magistrado.

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Na segunda audiência, de Fábio Pirineus da Silva, o juiz Pedro Ivo Martins Caruso D’Ippolito também manteve a prisão provisória, assim como a juíza Mariana Tavares Shu, que presidiu a audiência de custódia do terceiro indiciado, Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca. Os dois  observaram os mesmos fundamentos apresentados na primeira sessão.