
Renan Santos critica uso de Nossa Senhora Aparecida em discursos políticos
Candidato à Presidência Renan Santos (Missão) participou de ato de campanha em Brasília nesta terça-feira (29/9)

O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) criticou, na noite desta terça-feira (29/9), o uso da religião para fins eleitorais. Em ato de campanha no arredores da rodoviária do Plano Piloto, em Brasília (DF), ele abordou o embate recente entre as candidatuas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Flávio Bolsonaro (PL), envolvendo a padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida.
“Eu jamais faria qualquer tipo de atuação política envolvendo minha religiosidade, envolvendo o credo e a fé do brasileiro. O que está acontecendo nessa última semana, de ambos os lados, é horrível. É uma instrumentalização. Eu pretendo ganhar zero votos fazendo uso de religião na política. Eu não farei, e não farei até o fim da minha carreira como líder. Eu acho isso humilhante, não só para a religiosidade do brasileiro, mas para as instituições envolvidas. Isso é feio. Eu não gosto”, disse Renan.
Confira:

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Ver todasCrítica aos ministros do STF
Centenas de apoiadores acompanharam o ato de Renan Santos em Brasília, nesta terça. Questionado, o candidato aproveitou a oportunidade para criticar a atuação dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), em meio à crise que acomete o Judiciário e aos embates recorrentes entre ministros.
Para Renan, todos os integrantes da Suprema Corte “são agentes políticos”.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles“Os 11 ministros do STF são agentes políticos e eles se comportam dessa maneira. Eles têm partido, eles têm alas. A gente viu naquela briga envolvendo Alexandre de Moraes como eles têm alas; eles são partidos ali dentro. E os presidentes da República e os candidatos conversam com eles e obtêm e trocam favores entre si”, frisou.





















