
Renan diz "não votar em bandido" e nega apoio a Lula e Flávio no 2º turno.
O líder do Movimento Brasil Livre (MBL) ainda classificou como "escolha de Sofia" um eventual 2º turno entre Lula e Flávio
O candidato à Presidência pelo partido Missão, Renan Santos, disse que não pretende apoiar nem Flávio Bolsonaro (PL) e nem Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual 2º turno das eleições. Questionado sobre o critério para negar apoio ao senador, Renan afirmou que aposta em si mesmo e ironizou: “Se fosse pra votar num bandido, eu já estava votando no Lula antes”.
A declaração foi dada nesse domingo (27/9), durante coletiva de imprensa após ato de campanha em frente à reitoria da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Salvador. Veja:
“O critério é se chamar Renan Antônio Ferreira dos Santos, é isso, e ter o número 14 e ser o representante dessa galera aqui atrás. Porque, assim, se fosse pra votar num bandido, eu já estava votando no Lula antes e eu não teria montado meu próprio partido”, afirmou o presidenciável.
Renan sustentou que a única posição viável é a própria candidatura nestas eleições e sinalizou que não vai abrir mão para apoiar outro presidenciável. Em sequência, ele diz que montou um partido para população “não precisar votar em bandido”.
O líder do Movimento Brasil Livre (MBL) ainda classificou como “escolha de Sofia”—expressão usada para descrever impossibilidade de uma decisão boa—, em um eventual 2º turno entre Lula e Flávio.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles“Essa escolha de Sofia, em que você tem que ficar pensando, ah, o meu ladrão é de vermelho, ah, o meu ladrão é verde e amarelo, ah, o meu rouba com cinema, ah, o meu rouba com projeto social. Não precisa ser obrigatório pra todos nós”, afirmou.
Renan termina a declaração dizendo que vai “trabalhar” para estar no segundo turno. O presidenciável encerrou a agenda de campanha na Bahia e agora segue rumo ao Distrito Federal, para cumprir ato em Brasília nesta terça (29/9).



