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Brasil

Queiroga sobre 500 mil mortes: "Trabalho incansavelmente para vacinar"

Ministro reagiu prontamente ao registro de meio milhão de mortes por Covid-19 no país e prestou solidariedade aos familiares das vítimas

Flávia Said19/06/2021 14:44, atualizado 19/06/2021 15:16
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Rafaela Feliccianno/Metrópoles
Ministro da saúde, Marcelo Queiroga, aplica a dose da vacina contra a Covid no ministro Marcos Pontes e no Presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, reagiu na tarde deste sábado (19/6) à divulgação da marca de 500 mil mortos por Covid-19 no país. O dado, feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, foi registrado pelo Consórcio de Veículos de Imprensa.

“Trabalho incansavelmente para vacinar todos os brasileiros no menor tempo possível e mudar esse cenário que nos assola há mais de um ano”, escreveu o ministro em uma rede social. Em seguida, Queiroga prestou solidariedade aos familiares e amigos das vítimas.

O ministro, que está no comando da pasta desde o fim de março deste ano, já afirmou que o governo irá vacinar toda a população brasileira acima dos 18 anos até o final deste ano.

A intenção foi reforçada neste sábado pela Casa Civil da Presidência da República. Em balanço pelos 900 dias de governo, completados neste sábado (19/6), a pasta disse que, até o fim de 2021, “todos os brasileiros, que assim o desejarem, serão vacinados”, assinalando o caráter voluntário da imunização.

Com 1.564.573 milhões de doses aplicadas até sexta-feira (18/6), o Brasil chegou a 61.859.364 pessoas vacinadas com pelo menos a primeira dose da vacina da Covid-19, o que representa 29,21% da população total.

Entre os imunizados, 24.171.806 já receberam a segunda dose. O índice de pessoas completamente protegidas contra o vírus é de 11,41%. Nessa sexta, 86.229 doses do reforço foram aplicadas.

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Ministro Marcelo Queiroga
Presidente Jair Bolsonaro e o ministro Marcelo Queiroga durante evento de Assinatura do contrato de transferência de tecnologia da AstraZeneca para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Brasília.
Presidente Jair Bolsonaro e o Ministro Marcelo Queiroga durante evento de Assinatura do contrato de transferência de tecnologia da AstraZeneca para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Brasília.
Presidente Jair Bolsonaro e o Ministro Marcelo Queiroga durante evento de assinatura do contrato de transferência de tecnologia da AstraZeneca para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Brasília.
Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga
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Presidente Jair Bolsonaro e o Ministro Marcelo Queiroga durante evento de assinatura do contrato de transferência de tecnologia da AstraZeneca para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Brasília.

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O número exato de óbitos registrados em decorrência da Covid-19 é de 500.022. Além disso, foram contabilizados, desde o início da pandemia, 17.822.659 casos positivos da doença.

Em números absolutos, o Brasil segue como o segundo país com mais mortes por coronavírus registradas, atrás apenas dos Estados Unidos — que esta semana superou a marca de 600 mil vítimas. A Índia aparece em terceiro, registrando mais de 380 mil óbitos.

De volta a Brasília após cumprir agenda na manhã deste sábado no Rio de Janeiro, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ainda não se pronunciou sobre a nova marca de óbitos.

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