Eleição 2026

Presidente do PT volta a repetir que Alckmin “disputará o que quiser”

Edinho Silva disse que partido ainda negocia composição da chapa de Lula à reeleição e fez elogios ao atual vice-presidente

atualizado

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Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
O presidente do PT, Edinho Silva, em discurso no plenário da Câmara.
1 de 1 O presidente do PT, Edinho Silva, em discurso no plenário da Câmara. - Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou nesta terça-feira (10/2) que o desenho da chapa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição ainda não está fechado. Edinho não descartou a manutenção de Geraldo Alckmin (PSB) como candidato a vice-presidente.

Para o dirigente, Alckmin “disputará o cargo que ele quiser” nas eleições deste ano. Edinho elogiou o atual vice-presidente e afirmou que o ex-governador de São Paulo é “muito respeitado” dentro do PT.

“O vice-presidente Geraldo Alckmin é muito respeitado por todos nós. Em Salvador, [no aniversário do PT], ele só não foi mais aplaudido que o presidente Lula. Mas ele foi aplaudido numa manifestação de carinho que o PT tem por ele”, disse o presidente do PT  em coletiva à imprensa na Câmara dos Deputados.

“Eu tenho dito e vou repetir: o vice-presidente Geraldo Alckmin disputará o cargo que ele quiser nas eleições de 2026, porque nós o respeitamos e temos por ele muito carinho”, acrescentou.

Esta não é a primeira vez que Edinho Silva comenta a construção da chapa de Lula à reeleição. Na última semana, durante o evento que celebrou o aniversário de 46 anos do PT, em Salvador, o dirigente já havia sinalizado que Geraldo Alckmin é considerado “estratégico” para a construção da aliança lulista.

Ao longo dos últimos meses, segundo aliados, o vice-presidente indicou que gostaria de seguir como vice de Lula nas eleições de 2026. Ele conta com o apoio de parte do PT e de integrantes do PSB, que defendem a manutenção do ex-governador de São Paulo no posto.

Apesar disso, dirigentes partidários passaram a aventar a possibilidade de lançá-lo como candidato ao governo de São Paulo, em uma tentativa de fortalecer o palanque de Lula no estado e ocupar o espaço do ministro Fernando Haddad (Fazenda), que resiste a disputar o Palácio dos Bandeirantes.

O presidente Lula declarou, na última semana, que Geraldo Alckmin tinha um “papel para cumprir em São Paulo” — uma declaração vista por aliados como uma sinalização de que a chapa de 2022 pode não se repetir. Contudo, até o momento, segundo o presidente do PT, o martelo ainda não foi batido.

De acordo com Edinho, o PT tem dialogado para construir uma aliança pluripartidária em torno da provável candidatura de Lula ao quarto mandato.

O dirigente disse que já tem procurado as siglas que apoiaram Lula em 2022 e que integram a atual gestão. O objetivo, de acordo com ele, é repetir a construção que ajudou a eleger o petista há quatro anos.

Questionado por jornalistas, Edinho Silva voltou a dizer que, entre os partidos procurados pelo PT, está o MDB. Segundo ele, divergências regionais podem, porém, inviabilizar a aliança.

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