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Brasil

Presidente defende monopólio da Caixa no Minha Casa Minha Vida

O banco é o único gestor, mas a oposição quer acabar com o monopólio. Lucro líquido do programa em 2019 supera R$ 650 milhões

08/10/2019 11:34, atualizado 16/10/2019 12:26
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Rafaela Felicciano/Metrópoles
Presidente defende monopólio da Caixa no Minha Casa Minha Vida

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, afirmou nesta terça-feira (08/10/2019) que o banco deve apresentar um lucro líquido em 2019 de R$ 684 milhões com a administração do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

O presidente aproveitou a oportunidade para defender o monopólio da Caixa sobre a gestão do programa habitacional Minha Casa Minha Vida. O banco é o único gestor, mas a oposição quer acabar com o monopólio.

Segundo ele, se a Caixa financiasse a construção de casas por meio do Minha Casa Minha Vida apenas em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, o lucro com os recursos do FGTS seria de R$ 1,5 bilhão.

“Estamos presentes em 5,4 mil municípios. Em 711 deles só existem unidades da Caixa. Nesses municípios há uma necessidade social extrema”, disse, ao destacar que outros bancos não estão presentes nessas comunidades mais pobres e, por isso, não poderiam gerir o programa habitacional.

Pedro Guimarães destacou ainda o apoio do governo federal, sobretudo o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o ministro da Economia, Paulo Guedes.

“Como que um banco que não está nesses municípios poderia operar nesses lugares como agentes do MCMV? Competição é só então em São Paulo, BH, Brasília e Rio de Janeiro?Competição, para mim, é quando existe competição mesmo, e não só quando é o filé mignon”, completou.

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