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Brasil

Porretes com pregos e colchões queimados: menores fazem rebelião no RJ

O caso aconteceu na unidade João Luiz Alves do Degase, na Ilha do Governador. Dois funcionários ficaram feridos e foram levados ao hospital

23/03/2022 09:26, atualizado 23/03/2022 09:27
Reprodução/ Redes Sociais
Porretes com pregos e colchões queimados: menores fazem rebelião no RJ

Rio de Janeiro – Menores infratores promoveram uma rebelião na noite de terça-feira (22/3) na unidade João Luiz Alves do Degase  (Departamento Geral de Ações Socioeducativas), situada na Ilha do Governador, na zona norte do Rio.

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Durante a rebelião eles atearam fogo em colchões e invadiram outras alas
Menores infratores invadiram salas e ameaçaram agentes
Agente ferido após rebelião no Degase
A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros foram acionados na unidade
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A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros foram acionados na unidade

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Durante a rebelião eles atearam fogo em colchões e invadiram outras alas
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Durante a rebelião eles atearam fogo em colchões e invadiram outras alas

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Menores infratores invadiram salas e ameaçaram agentes
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Menores infratores invadiram salas e ameaçaram agentes

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Agente ferido após rebelião no Degase
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Agente ferido após rebelião no Degase

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Um funcionário que estava com chaves da unidade foi retirar o lixo de uma das alas e acabou sendo atacado por 18 menores, de acordo com o G1.

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Os adolescentes infratores, armados com porretes com pregos, conseguiram roubar as chaves e começaram a rebelião. Um funcionário conseguiu fugir, mas acabou ferido na cabeça.

Os menores abriram as outras celas e atearam fogo em colchões. Em vídeos que circulam nas redes sociais, é possível ouvir gritaria e ver fumaça saindo pelas janelas.

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https://youtu.be/wCTOFm0ALcE

Policiais militares do 17ºBPM, Ilha do Governador, foram chamados ao local. Dois agentes foram feridos e levados para o hospital Evandro Freire.

Na tarde de terça-feira (22/3), um dia após a morte do diretor do Degase, agentes fizeram um protesto em frente ao Palácio Guanabara, em Laranjeiras, zona Sul do Rio, para pedir melhores condições de trabalho.

A unidade onde aconteceu a rebelião fica próxima ao local onde o diretor Thiago Costa, de 40 anos, foi assassinado com dois tiros na cabeça, na última segunda-feira (21/3).