Governo exonera secretário do Ministério da Educação ligado a Weintraub

Nessa terça-feira (28/4), quatro membros da gestão do ex-ministro foram exonerados por Milton Ribeiro

atualizado

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Luís Fortes/MEC
06.11.2019_Ricardo-Braga-Seres
1 de 1 06.11.2019_Ricardo-Braga-Seres - Foto: Luís Fortes/MEC

O governo exonerou mais um assessor ligado ao ex-ministro da Educação Abraham Weintraub. A exoneração de Ricardo Braga, que ocupava o cargo de Secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (29/7). Ainda não há a definição de um substituto.

Braga é economista e chegou a ser colega de trabalho de Weintraub na época em que os dois trabalharam no Banco Votorantim. Ele também já trabalhou na multinacional Andbank Brasil e foi gestor de investimentos na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

No governo, o economista já ocupou a função de secretário especial da Cultura por dois meses, antes de o órgão ser transferido do Ministério da Cidadania para o do Turismo. Braga foi um dos cinco secretários a ocupar o cargo no governo Bolsonaro, Além dele, Regina Duarte, Roberto Alvim, Henrique Pires e Mario Frias já chefiaram o órgão.

Exonerações

Nessa terça (28/7), o atual ministro da Educação, Milton Ribeiro, demitiu quatro nomes remanescentes da gestão anterior. A dispensa faz parte da estratégia para mudar a “cara” do MEC, que ficou com a pecha de uma das trincheiras da ala ideológica do governo, ligada a Olavo de Carvalho.

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Ele assumiu o lugar de Ricardo Vélez, em 2019
O ministro foi alvo de críticas por causa de cortes em bolsas de pesquisa
Ele é um forte aliado do presidente Jair Bolsonaro
A permanência de Weintraub no MEC ficou insustentável após os ataques que ele fez aos ministros do STF, a quem chamou de "vagabundos"
Remanescentes do acampamento Agro se encontram com o  então ministro da Educação, Abraham Weintraub
Abraham Weintraub deixou o MEC
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Abraham Weintraub deixou o MEC

Andre Borges/Especial para o Metrópoles
Ele assumiu o lugar de Ricardo Vélez, em 2019
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Ele assumiu o lugar de Ricardo Vélez, em 2019

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O ministro foi alvo de críticas por causa de cortes em bolsas de pesquisa
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O ministro foi alvo de críticas por causa de cortes em bolsas de pesquisa

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Ele é um forte aliado do presidente Jair Bolsonaro
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Ele é um forte aliado do presidente Jair Bolsonaro

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A permanência de Weintraub no MEC ficou insustentável após os ataques que ele fez aos ministros do STF, a quem chamou de "vagabundos"
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A permanência de Weintraub no MEC ficou insustentável após os ataques que ele fez aos ministros do STF, a quem chamou de "vagabundos"

Fotos: Hugo Barreto/Metropoles
Remanescentes do acampamento Agro se encontram com o  então ministro da Educação, Abraham Weintraub
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Remanescentes do acampamento Agro se encontram com o então ministro da Educação, Abraham Weintraub

Fotos: Hugo Barreto/Metropoles
Weintraub, na Esplanada, sem a máscara. Nesse dia, ele foi multado em R$ 2 mil pelo GDF
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Weintraub, na Esplanada, sem a máscara. Nesse dia, ele foi multado em R$ 2 mil pelo GDF

Fotos: Hugo Barreto/Metropoles
Ministério da Educação recebeu o auto de infração contra Weintraub no dia 15 de junho
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Ministério da Educação recebeu o auto de infração contra Weintraub no dia 15 de junho

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A permanência de Weintraub no MEC ficou insustentável após os ataques que ele fez aos ministros do STF, a quem chamou de "vagabundos"
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A permanência de Weintraub no MEC ficou insustentável após os ataques que ele fez aos ministros do STF, a quem chamou de "vagabundos"

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Após saída do governo, Weintraub foi indicado para o Banco Mundial
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Após saída do governo, Weintraub foi indicado para o Banco Mundial

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Weintraub é investigado no Inquérito das Fake News no STF
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Weintraub é investigado no Inquérito das Fake News no STF

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O ex-ministro da Educação Abraham Weintraub, irmão de Arthur, também está morando fora do Brasil, após ser indicado para diretoria do Banco Mundial
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O ex-ministro da Educação Abraham Weintraub, irmão de Arthur, também está morando fora do Brasil, após ser indicado para diretoria do Banco Mundial

Luciano Freire/MEC

Entre os demitidos estão Auro Hadano Tanaka, Eduardo André de Brito Celino, Sérgio Henrique Cabral Sant’ana e Victor Sarfatis Metta. Do grupo, o ministro decidiu manter somente o coronel Paulo Roberto na vaga de assessor especial.

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