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Governadores cobram de Bolsonaro compra de remédios para intubação

Em ofício, eles apontam que já existe falta dos medicamentos em 18 estados e pedem importação e apoio da FAB para transporte

atualizado

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Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Governadores do nordeste
1 de 1 Governadores do nordeste - Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Em ofício encaminhado nesta quinta-feira (18/3) ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e ao Ministério da Saúde, 13 governadores cobraram do governo federal providências para a aquisição imediata de medicamentos do chamado “kit intubação”, que inclui analgésicos, anestésicos e bloqueadores neuromusculares que, de acordo com levantamento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), já estão em falta em 18 estados.

No ofício, os líderes estaduais pedem “a promoção de compras emergenciais, a serem realizadas intensivamente e de forma contínua pelo período mínimo de 60 dias, tanto no mercado interno e, se necessário, aquisições internacionais.

Os governadores pedem ainda apoio logístico da Força Aérea Brasileira (FAB) para a busca e distribuição desses insumos.

O documento é assinado pelo presidente do Fórum Nacional de Governadores, Wellington Dias (PT-PI), além de Waldez Goes (PDT-AP), Rui Costa (PT-BA), Camilo Santana (PT-CE), Renato Casagrande (PSB-ES), Flávio Dino (PCdoB-MA), Mauro Mendes (DEM-MT), Helder Barbalho (MDB-PA), João Azevedo (PSB-PB), Fátima Bezerra (PT-RN), Eduardo Leite (PSDB-RS) e Belivaldo Chagas (PSD-SE).

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“Temos o levantamento do Conass, que faz um alerta de que já em várias regiões há escassez no abastecimento de medicamentos. Muitos deles, tendo de 0 A 20 dias, no máximo, de estoque. Principalmente, analgésicos, anestésicos e bloqueador neuromuscular”, disse o governador Wellington Dias, que coordena a Temática de Vacina no Fórum de Governadores do Brasil.

“Ou seja, já são 18 estados, por exemplo, que tem dificuldade já com a escassez de bloqueador neuromuscular. E são medicamentos essenciais para o atendimento a quem está sendo tratado em UTI, em leitos clínicos”, reforçou.

Evitar colapso

“Queremos é que se tenha mais do que um monitoramento, que se tenha medidas para aquisição, a nível nacional pelo Ministério da Saúde para distribuição aos estados e municípios, à rede hospitalar. Se for necessário, importação, combinado aqui com a indústria brasileira, também, poder garantir as condições de atendimento emergencial”, continuou Dias.

“O objetivo, é evitar um colapso no abastecimento de pelo menos 11 medicamentos que já faltam para que a gente não tenha um colapso dentro do colapso na rede hospitalar”.

Confira a íntegra do oficio enviado pelos governadores:

Ofício Nº 37-2021. Irregularidades na cadeia de suprimentos dos medicamentos utilizados para iot. jair bol… by Lourenço Flores on Scribd

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