Deputado pagou R$ 238 mil a empresa acusada de disparar mensagens em massa

Deputado federal Otoni de Paula (PSC-RJ) foi um dos 11 parlamentares bolsonaristas que tiveram quebra de sigilo autorizada pelo Supremo

atualizado

metropoles.com

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Reprodução/ Câmara dos Deputados
Deputado federal Otoni de Paula (PSC-RJ)
1 de 1 Deputado federal Otoni de Paula (PSC-RJ) - Foto: Reprodução/ Câmara dos Deputados

O deputado federal Otoni de Paula (PSC-RJ) destinou mais de R$ 238 mil de cota parlamentar à Aplicanet, uma empresa acusada de disparo indevido de mensagens de texto em eleições.

A informação foi revelada pela coluna Sonar, do jornal O Globo, e confirmada pelo Metrópoles junto ao site da Câmara dos Deputados.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) apura o uso de cota parlamentares para bancar atos antidemocráticos. Otoni foi um dos 11 parlamentares que tiveram quebra de sigilo autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A última vez que o deputado usou dinheiro público para pagar a Aplicanet foi em dezembro do ano passado, quando desembolsou R$ 14,3 mil. Desde então, outras duas empresas divulgam a atividade parlamentar dele.

Em 2014, a Procuradoria Regional Eleitoral (PRE-RJ) identificou propaganda irregular feita pela empresa a favor do então deputado federal e candidato a governador, Anthony Garotinho.

A empresa teria enviado mensagens de celular (SMS e Whatsapp), depreciando opositores de Garotinho, para vários eleitores. Na ocasião, uma representação foi enviada ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ).

“Tamanha invasão da privacidade alheia causa reações de revolta entre muitos eleitores, ‘obrigados’ a suportar, quase que diariamente, mensagens que consideram indesejáveis”, informou a PRE-RJ.

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