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Política

Defesa de Flávio Bolsonaro admite que procurou GSI contra investigação

Advogados do filho do presidente Jair Bolsonaro alegam suspeita de irregularidades em relatórios fiscais contra o senador

Repórter de Política23/10/2020 15:06, atualizado 23/10/2020 15:14
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Michael Melo/Metrópoles
Defesa de Flávio Bolsonaro admite que procurou GSI contra investigação

A defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro, admitiu que procurou o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) para “levar as suspeitas de irregularidades das informações constantes dos Relatórios de Investigação Fiscal lavradas” no nome dele.

O senador é suspeito de chefiar um esquema de “rachadinha” – prática de um parlamentar ficar com parte do salário dos assessores – na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

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Wilson Witzel e Flávio Bolsonaro
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Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
Silvio Santos e filhos de Bolsonaro
Senador Flávio Bolsonaro (RJ)
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Wilson Witzel e Flávio Bolsonaro
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Silvio Santos e filhos de Bolsonaro
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Silvio Santos e filhos de Bolsonaro

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Senador Flávio Bolsonaro (RJ)
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Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz
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Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz

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Flávio Bolsonaro nega acusações
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Flávio Bolsonaro nega acusações

Reprodução

Em nota, a defesa de Flávio diz que recorreu ao GSI porque acredita que diferiam das características, do conteúdo e da forma dos relatórios elaborados em outros casos.

“Os relatórios anteriores do mesmo órgão não apontavam qualquer indício de atividade atípica por parte do senador”, diz, acrescentando que procurou diretamente a GSI, e não a Polícia Federal, por envolver “membro da família do presidente da República”.

O caso do pedido de colaboração foi revelado pela coluna de Guilherme Amado, na revista Época, na quinta-feira (23/10).

De acordo com a reportagem, advogados do senador, sob a alegação de que existiria uma organização criminosa na Receita Federal, procurou o GSI. Se confirmada, poderia levar a anulação das investigações contra o filho “zero um” do presidente. Contudo, meses após o pedido de colaboração, o GSI não teria confirmado as suspeitas.