CGU confirma ida de vendedor de vacinas ao Ministério da Saúde

Wagner Rosário, afirmou, nesta quarta-feira (30/6), que abrirá investigação sobre suposto pedido de propina

atualizado

metropoles.com

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Adalberto Carvalho/Ascom-CGU
Wagner Rosário
1 de 1 Wagner Rosário - Foto: Adalberto Carvalho/Ascom-CGU

O ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário, disse, nesta quarta-feira (30/6), que abrirá investigação sobre suposto pedido de propina feito em negociação do governo Jair Bolsonaro por vacinas. Rosário também confirmou que Luiz Paulo Dominguetti Pereira esteve no Ministério da Saúde.

“Verificamos que no dia 26 de março (e-mails e Dominguetti afirmam que a reunião ocorreu, na verdade, em 26 de fevereiro), às 13h39, esse Luiz Paulo Dominguetti Pereira esteve no Ministério da Saúde. Não sei ainda com quem ele se reuniu, mas ele esteve”, afirmou Rosário à CNN Brasil.

Dominguetti se autodeclara como representante da Davati. Ele afirmou, em entrevista à Folha de S.Paulo, que recebeu de Roberto Ferreira Dias, então diretor de Logística do ministério, pedido de propina de US$ 1 por dose em troca de fechar contrato por doses da AstraZeneca.

Rosário, no entanto, disse que ainda não há confirmação de que Dominguetti e Dias se encontraram em um restaurante em Brasília, onde a negociação teria acontecido. Ainda segundo o ministro, a oferta do empresário por vacinas não está registrada no sistema do Ministério da Saúde. E-mails obtidos pela Folha, no entanto, mostram o contrário.

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