CCJ estuda chamar Torres para falar sobre “câmara de gás” e ação no RJ

Deputados podem votar, na manhã desta terça-feira (31/5), requerimento solicitando a convocação do ministro da Justiça e Segurança Pública

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

Igo Estrela/Metrópoles
ministros da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, durante coletiva sobre o combatministros da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, durante coletiva sobre o combate ao desmatamento ilegal e ao desmatamento ilegal
1 de 1 ministros da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, durante coletiva sobre o combatministros da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, durante coletiva sobre o combate ao desmatamento ilegal e ao desmatamento ilegal - Foto: Igo Estrela/Metrópoles

A Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados deve votar na tarde desta terça-feira (31/5) um pedido de convocação do ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres. A ida do titular da pasta é desejada por parte dos parlamentares para prestar esclarecimentos sobre a morte de Genival de Jesus dos Santos, vítima de abordagem violenta de agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Sergipe.

Os policiais transformaram a parte de trás em uma “câmara de gás”, e deixaram Genivaldo trancado por dois minutos após jogarem uma bomba de gás.

A convocação, se aprovada, atende a requerimento do deputado Delegado Waldir (União-GO). O parlamentar também afirma que o comparecimento de Torres servirá para esclarecer a operação policial na Vila Cruzeiro, no Rio de Janeiro, que resultou na morte de 25 pessoas. Em paralelo, o congressista requer uma audiência pública para debater os episódios.

Segundo o deputado, a ida de Torres e a audiência pública são necessárias para discutir a atividade policial no país.

“Todos os casos narrados ilustram bem a situação das corporações policiais no Brasil, que, além de expostas aos mais diversos riscos inerentes à profissão, precisam lidar diariamente com o desrespeito e a falta de estrutura e de valorização, expondo a população a enormes riscos”, argumenta no requerimento.

Mensalidade em universidades

Debate que tomou conta da sessão do colegiado na última semana, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 206/2019, que prevê a cobrança de mensalidade em universidades públicas, volta à pauta da CCJ desta terça.

Desta vez, os deputados contrários à proposta apresentaram uma série de requerimentos solicitando que sejam realizadas audiências públicas sobre o tema, antes que o texto vá para votação. Há, pelo menos, três requerimentos do tipo na pauta.

De autoria do deputado General Peternelli (União-SP), a PEC foi retirada de pauta na última semana, porque o relator Kim Kataguiri (União-SP) estava de licença médica.

A polêmica matéria altera a redação dos artigos 206 e 207 da Constituição Federal para permitir que as instituições de ensino superior públicas sejam capazes de exercer a cobrança de mensalidade de estudantes admitidos.

De acordo com a proposta, os recursos provenientes das cobranças seriam destinados ao custeio das instituições. A medida, contudo, não abrange alunos que são “economicamente desfavorecidos”, conforme propõe o autor. A PEC tem o número de assinaturas de apoiamento necessário e não foram apresentadas emendas à redação.

Receba notícias do Metrópoles no seu Telegram e fique por dentro de tudo! Basta acessar o canal: https://t.me/metropolesurgente.

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações

metropoles.comNotícias Gerais

Você quer ficar por dentro das notícias mais importantes e receber notificações em tempo real?