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Política

Ao deixar CPI, Witzel diz que foi atacado com acusações "chulas"

Ex-governador do Rio de Janeiro pediu, com base em habeas corpus, para encerrar sessão, sem concluir depoimento aos senadores

16/06/2021 14:49, atualizado 16/06/2021 17:10
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Rafaela Felicciano/Metrópoles
Wilson Witzel

Amparado por um habeas corpus, o ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel afirmou, nesta quarta-feira (16/6), que pediu para encerrar a sessão em que prestava depoimento à CPI da Covid por causa das ofensas e xingamentos que estava sofrendo.

A sessão terminou sem que Witzel concluísse o depoimento aos senadores. Minutos antes de acionar o habeas corpus, concedido pelo ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-governador discutiu com o senador governista Jorginho Mello (PL-SC).

“Eu estou aqui [na CPI da Covid] como convidado. O STF entendeu que a minha presença tem que ser na qualidade de convidado. Não poderia deixar de vir, respondi a todas as perguntas”, declarou Witzel.

“Na medida em que começa a haver ofensas, na medida em que um dos senadores se dirigiu a mim de forma ofensiva, leviana e até mesmo chula, infelizmente não posso continuar”, afirmou.

Witzel voltou a criticar o negacionismo e a narrativa imposta pelo governo federal. “[Fiz] Depoimento muito esclarecedor sobre o que estamos vivendo no país. Acredito que as investigações tenham que avançar. A narrativa do governo federal sempre foi o negacionismo. Pedi uma sessão sob segredo de Justiça, para que a gente possa apurar quem patrocinou meu impeachment”, ressaltou.

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Witzel depõe na CPI da Covid
Ex-governador Wilson Witzel no Senado
Ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel na CPI da Covid
Irregularidades foram citadas por Witzel em depoimento à CPI da Covid
Ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel na CPI da Covid
Wilson Witzel depõe à CPI da Covid
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Witzel depõe na CPI da Covid
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Ex-governador Wilson Witzel no Senado
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A CPI da Covid tem o objetivo de investigar as ações e omissões do governo federal no enfrentamento à pandemia e, em especial, no agravamento da crise sanitária no Amazonas com o desabastecimento de oxigênio hospitalar, além de apurar possíveis irregularidades em repasses federais a estados e municípios.