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Jair Bolsonaro (PSL) afirmou em entrevista à Globonews nesta sexta-feira (3/8) que é contra a lei do feminicídio. Para o pré-candidato à presidência, armar a população é uma solução mais viável do que uma lei.

“Eu pergunto às mulheres: vocês preferem a  lei do feminicídio no bolso ou a pistola na bolsa? Nas palestras até hoje (elas) foram unânimes (na segunda opção)”, cravou Bolsonaro. Ainda segundo o pré-candidato, “quem matou sem motivo tem que puxar 30 anos de cadeia”, acrescentou.

Esta é a segunda entrevista de Bolsonaro a um programa de televisão nesta semana. Na segunda-feira (30/7), ele participou do Roda Viva da TV Cultura. O nome do PSL à presidência da República não fugiu das polêmicas. Durante as perguntas, provocou a audiência ao se mostrar contrário às cotas no ensino público, estar mais preparado para reagir a um assalto e anunciar o astronauta Marcos Pontes como seu eventual ministro da Ciência e da Tecnologia.

O Central das Eleições entrevistou anteriormente Álvaro Dias (Podemos), Marina Silva (Rede), Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB). Participam da sabatina jornalistas e comentaristas do canal, entre eles Miriam Leitão, Valdo Cruz, Merval Pereira, Andréia Sadi, Fernando Gabeira, Gerson Camarotti, Mario Sergio Conti, Cristiana Lôbo e Roberto D’ Avila.

Bolsonaro seria entrevistado na quinta-feira (2), mas desmarcou alegando problemas na agenda de compromissos. No mesmo horário da entrevista, porém, ele promoveu uma live nas suas redes sociais com jornalistas e apoiadores.