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Bolsonaro: “Eu, como um patinho feio, decidi mudar o Brasil”

Presidente participou de evento da Caixa Econômica e disse ter arriscado, mesmo sendo um deputado do “baixo clero”

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BOLSONARO 100 dias
1 de 1 BOLSONARO 100 dias - Foto: Rafael Felicciano/Metrópoles

O presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), disse nesta sexta-feira (10/05/19) que, apesar de ter nome de Messias e recebido a missão de Deus, não será ele quem salvará o Brasil. “Será todos nós. Meu trabalho será para todos”, afirmou.

O depoimento foi dado no evento da Caixa Econômica, que ocorre anualmente com gestores da empresa. Em discurso, o presidente se emocionou ao lembrar do atentado à faca sofrido em outubro do ano passado, em Juiz de Fora, e disse que foi “uma missão de Deus” ter sobrevivido para exercer o cargo de presidente do Brasil.

Bolsonaro lembrou da ascensão que teve nos últimos tempos, por ser um deputado do “baixo clero”, que nunca conseguiu “nem ser vice-líder” da Câmara. “Quem esquece seu passado nunca terá um futuro”, disse. O presidente lembrou da “luta” contra a esquerda no Congresso Nacional após o regime militar. “Eu, como um patinho feio, ou melhor, horroroso, decidi que tinha que mudar o Brasil de verdade, tinha que arriscar”, completou.

Na fala, o chefe do Executivo alertou que, para ser um bom gestor, deve-se sempre estar pronto para eventuais problemas. “Talvez tenha um tsunami na semana que vem. Mas temos que ter a capacidade de nos anteciparmos a problemas. Se alguém diz que está com fome, não espere pedir comida, ofereça um prato de comida”, comparou.

Ele afirmou também que vai combater o “nazifascismo” e defender a liberdade dos povos e, ao dar um abraço no presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse ser esse um “abraço hétero” e comentou que Guimarães “não é a praia dele. Na sequência, ele comentou que escolheu os 22 ministros por cargos técnicos e confiou em todos para escolherem sua equipe.

O evento
No evento, o presidente da Caixa inaugurou o novo cartão de crédito consignado, prometido em campanha por Pedro e Bolsonaro, por se tratar de um “banco social”.

“É nossa promessa focar nas pessoas mais humildes e em crédito mais barato”, apontou Guimarães. Pedro contou que o chefe do Executivo, por ser um funcionário público, já tem um cartão no nome dele e vai cobrá-lo para fazer a primeira compra no novo cartão.

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