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Brasil

RJ: policiais presos tinham grupo no WhatsApp chamado "Os Mercenários"

Ação do Ministério Público do Rio de Janeiro prendeu policiais militares suspeito de extorquir, torturar e sequestrar criminosos

Leonardo Martins26/05/2022 15:40, atualizado 26/05/2022 15:41
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Rafaela Felicciano/Metrópoles
GAECO DF FALSO NEGATIVO4

Rio de Janeiro A Operação Mercenários, do Ministério Público do Rio de Janeiro, realizada nesta quinta-feira (26/5), busca prender 11 policiais militares. Os agentes da segurança pública do Rio são acusados de extorquir e torturar criminosos.

O nome da ação faz referência ao título de um grupo de WhatsApp, por onde os agentes se comunicavam. Os integrantes trocavam informações sobre as extorsões e os sequestros de criminosos.

Era por meio de ameaças e capturas de bandidos que os militares recebiam dinheiro de facções que atuam no Rio de Janeiro. Os membros do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) souberam da rede por meio do celular do PM Adelmo Guerini, apreendido durante a operação Gogue Magogue, em 2020.

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Operação foi coordenada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, e teve apoio da Corregedoria da PM
Material apreendido por promotores e corregedoria da PM
Dinheiro achado durante a operação
Comandante da PM em Duque de Caxias foi afastado
Operação Mercenários: nove dos 11 PMs procurados foram presos no Rio
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Operação Mercenários: nove dos 11 PMs procurados foram presos no Rio

Reprodução Tv Globo
Operação foi coordenada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, e teve apoio da Corregedoria da PM
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Operação foi coordenada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, e teve apoio da Corregedoria da PM

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Material apreendido por promotores e corregedoria da PM
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Material apreendido por promotores e corregedoria da PM

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Dinheiro achado durante a operação
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Dinheiro achado durante a operação

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Comandante da PM em Duque de Caxias foi afastado
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Comandante da PM em Duque de Caxias foi afastado

Reprodução Tv Globo

A partir de dados retirados do aparelho, o Ministério Público descobriu que policiais militares do Grupamento de Ações Táticas do 24º BPM (Queimados) e da Seção de Inteligência da Polícia Militar do 21º BPM (São João de Meriti) formavam a quadrilha.

Até o momento, 9 policiais já foram presos e dois ainda estão foragidos. O grupo é investigado por corrupção, tortura, peculato e concussão (crime atribuído ao funcionário público que se aproveita do cargo para obtenção de vantagens).

Além de prisões, 35 mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos agentes também fazem parte da operação.

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