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Brasil

Polícia usará DNA no caso de designer morta por colega em Paraty (RJ)

Thalissa Nunes Dourado, 27, foi encontrada com as mãos amarradas e um saco plástico na cabeça. Colega de apartamento é acusada do crime

25/03/2022 09:15, atualizado 25/03/2022 09:20
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Reprodução/Facebook
Thalissa Nunes Dourado

Rio de Janeiro – A Polícia Civil vai coletar o DNA Vivian dos Santos Lima Tiburtino, agente de turismo indiciada pela morte da colega com quem dividia a casa, a designer de moda Thalissa Nunes Dourado, de 27 anos. A jovem foi morta em 5 de novembro de 2021 em Paraty, cidade turística da Costa Verde do Rio de Janeiro.

Segundo o jornal Extra, o pedido foi do Departamento Geral de Polícia do Interior (DGPI). Através do material genético, os investigadores irão comparar os resíduos encontrados embaixo das unhas da vítima, para tentar esclarecer a dinâmica da do crime.

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Thalissa Nunes Dourado tinha 27 anos
Quando a vítima foi localizada, tinha a cabeça coberta por um saco plástico
A designer foi encontrada morta em Paraty
O corpo foi encontrado com mãos amarradas
A polícia já identificou os suspeitos
Thalissa Nunes Dourado: designer foi morta em Paraty
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Thalissa Nunes Dourado: designer foi morta em Paraty

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Thalissa Nunes Dourado tinha 27 anos
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Thalissa Nunes Dourado tinha 27 anos

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Quando a vítima foi localizada, tinha a cabeça coberta por um saco plástico
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Quando a vítima foi localizada, tinha a cabeça coberta por um saco plástico

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A designer foi encontrada morta em Paraty
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A designer foi encontrada morta em Paraty

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O corpo foi encontrado com mãos amarradas
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O corpo foi encontrado com mãos amarradas

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A polícia já identificou os suspeitos
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A polícia já identificou os suspeitos

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O resultado do exame de necropsia mostra que Thalissa foi vítima de morte violenta, provocada por congestão pulmonar através de uma asfixia mecânica.

Não foram encontrados sinais de arrombamento nas portas e nas janelas e a polícia descartou suicídio. A designer de moda foi encontrada dentro de casa, em seu quarto, com as mãos amarradas e um saco na cabeça.

Colega indiciada

A 167ªDP, que investiga o caso, constatou que ninguém entrou ou saiu do apartamento se não a colega de Thalissa, Vivian Tiburtino. O Grupo de Apoio aos Promotores de Justiça (GAP) do MP constatou que “o local é predominantemente uma área residencial, pacato e de pouco movimento de veículos e pessoas transitando, sendo que o imóvel onde ocorreu o fato possui um terreno baldio e de mata nos fundos”.

Em nota, a Polícia Civil disse que a 167ª DP, Paraty, indiciou uma mulher pelo homicídio de Thalissa Nunes Dourado. Ela foi identificada e indiciada tendo em vista um conjunto probatório, inclusive com mais de 16 horas de imagens de câmeras de segurança.

Vivian teve o pedido de prisão preventiva, mas foi negado pela juíza. Ele teve o passaporte e o telefone recolhidos e não pode sair da cidade sem autorização judicial.

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