Polícia reconstrói véspera da misteriosa morte do menino Henry Borel

Investigadores recolheram imagens de câmeras de segurança de um shopping onde o garoto foi a um parquinho com o pai e ouviram testemunhas

atualizado

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Henry e Leniel Borel - menino morto no Rio de Janeiro
1 de 1 Henry e Leniel Borel - menino morto no Rio de Janeiro - Foto: Reprodução redes sociais

Rio de Janeiro – Agentes da 16ª DP (Barra da Tijuca) fizeram uma espécie de reconstituição do último dia do menino Henry Borel Medeiros, de 4 anos, em companhia do pai, o engenheiro Leniel Borel, no domingo (7/3).

Eles recolheram imagens de câmeras do circuito interno de um shopping onde o garoto foi a um parquinho, na zona oeste da cidade, e do condomínio em que o pai de Henry mora. Segundo os investigadores, o menino chegou, aparentemente, saudável aos locais. A polícia também ouviu testemunhas em ambos os lugares.

O menino é enteado do vereador e médico Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (Solidariedade), que namora a mãe de Henry e professora, Monique Medeiros da Costa e Silva de Almeida.

Na madrugada da última segunda-feira (8/3), o casal levou a criança a um hospital particular na Barra da Tijuca. O menino estava com dificuldade para respirar. Eles foram ouvidos durante 12 horas na delegacia e os depoimentos terminaram na madrugada desta quinta-feira (18/3). Segundo a polícia, a mãe e o namorado só foram ouvidos nove dias depois do crime porque Monique estaria em estado de choque, sob efeito de medicamentos.

De acordo com o laudo de exame de necrópsia, a causa da morte do menino foi hemorragia interna e laceração hepática, provocada por ação contundente.

“O menino foi entregue saudável. Chama a atenção o pai ser informado que o problema era respiratório, mas para a surpresa, o laudo mostrou ação contundente que provocou hemorragia no fígado, além de lesões nos rins e cérebro. O pai ficou estarrecido. É preciso investigação”, afirmou o advogado Leonardo Barreto, que representa o pai da criança.

Ao Metrópoles, Leniel Borel, o pai de Henry, mandou uma mensagem: “Está sendo muito difícil”.

Procurado, o advogado de Dr. Jairinho, André França Barreto, ainda não retornou, e a mãe do menino ainda não foi localizada. O espaço segue aberto.

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