Caso Tim Lopes: defesa quer examinar ossada e inocentar Elias

Grupo de advogados pretende desarquivar o inquérito do assassinato. Jornalista foi morto em junho de 2002

atualizado

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1 de 1 Elias-maluco - Foto: Reprodução

Um grupo de advogados quer desarquivar o inquérito do assassinato do jornalista investigativo Tim Lopes para tentar comprovar que Elias Pereira da Silva, o Elias Maluco, não foi o mandante do crime. As informações são do portal UOL.

Elias foi condenado a 28 anos e seis meses de prisão pelo assassinato do jornalista, morto em junho de 2002.

“Há detalhes do processo que não foram explorados. Vamos remexer com uma história que já estava enterrada”, explicou a advogada Alexandra Oliveira Menezes.

A defensora teve o primeiro contato com Elias Maluco há cerca de dois anos. Ela se juntou ao escritório do criminalista Eduardo Mayr para investigar o caso.

O grupo pretende visitar a cidade Mar da Espanha (MG), que faz divisa com o Rio de Janeiro, para procurar testemunhas.

Os advogados acreditam que podem comprovar que as ossadas encontradas em um cemitério clandestino na região, na verdade, não seriam de Tim Lopes.

“É uma cidade muito pequena e com sinal fraco de telefone. O Elias não teria como ordenar o crime nessas circunstâncias”, argumentou a advogada.

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