Amante alugou arma por R$ 1 mil com traficante para matar empresário

Após o assassinato, Leonardo Lima voltou à Cidade de Deus, no Rio, para devolver a arma de fogo

atualizado

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Síndica e amante são presos suspeitos de matar por briga em condomínio
1 de 1 Síndica e amante são presos suspeitos de matar por briga em condomínio - Foto: Reprodução/TV Globo

A arma de fogo usada para matar o empresário Carlos Eduardo Monttechiari foi adquirida por Leonardo Lima, junto a duas placas frias de carro, no valor de R$ 1 mil.

O revólver calibre 38 foi alugado de um traficante da Cidade de Deus, zona oeste do Rio de Janeiro (RJ), e devolvido após o homicídio, segundo o jornal O Globo.

Leonardo e a amante, a síndica Priscilla Oliveira, foram presos nessa terça-feira (16/3) apontados como suspeitos pela morte do empresário, no dia 1º de fevereiro.
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Priscilla de Oliveira, síndica acusada de mandar matar empresário após briga no condomínio, é presa
Leonardo Lima, acusado de matar empresário
Priscilla de Oliveira, síndica suspeita de mandar matar condômino que a acusava de desvio de dinheiro
Carlos Eduardo Monttechiari, empresário assassinado
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Carlos Eduardo Monttechiari, empresário assassinado

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Priscilla de Oliveira, síndica acusada de mandar matar empresário após briga no condomínio, é presa
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Leonardo Lima, acusado de matar empresário
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Leonardo Lima, acusado de matar empresário

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Priscilla de Oliveira, síndica suspeita de mandar matar condômino que a acusava de desvio de dinheiro
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Priscilla de Oliveira, síndica suspeita de mandar matar condômino que a acusava de desvio de dinheiro

Monttechiari teria descoberto um desvio de mais de R$ 800 mil no orçamento do condomínio London Green, na Barra da Tijuca, no Rio, o que motivou o assassinato.

Em depoimento, publicado pelo O Globo, Leonardo contou que procurou um moto-taxista para o levar ao interior da Cidade de Deus, onde alugou a arma e as placas.

Leonardo teria trocado placa, pneus e adesivos do carro que utilizou para chegar ao local do assassinato, em uma tentativa de despistar os investigadores.

Um amassado na lataria do carro, porém, ajudou a polícia a confirmar que se tratava do mesmo veículo. O automóvel estava registrado no nome da esposa do atirador.

O criminoso contou que, após o crime, voltou para a Cidade de Deus para devolver o revólver. As placas do carro e as roupas usadas no crime foram jogadas na água.

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