“Playboy do golpe” deixou conta de R$ 1,8 mil em bar de Ilhabela (SP)

Acompanhado de mulheres, Ruan Pamponet consumiu pratos com camarão, lula e filé mignon, além de beber vodka e tequila; caso foi em 2020

atualizado 25/04/2022 13:07

Ruan Pamponet CostaReprodução

Conhecido por aplicar golpes em bares e restaurantes do Brasil há anos, Ruan Pamponet Costa já deixou conta de R$ 1,8 mil sem pagar em um bar e restaurante de Ilhabela, litoral de São Paulo. O caso ocorreu em outubro de 2020.

O “playboy do golpe” ganhou fama nacional recentemente depois de ser preso por deixar prejuízo de R$ 6 mil em restaurante de Goiânia, Goiás. Ele fingiu passar mal para não pagar a conta.

Dois dias depois de sair da prisão, por decisão judicial, ele aplicou o mesmo golpe em um estabelecimento de Palmas, Tocantins, onde consumiu R$ 5,2 mil e tentou sair sem pagar, na quinta-feira (21/4). Ruan segue preso em Tocantins.

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De acordo com matéria do G1 Vale do Paraíba e Região, Ruan Pamponet aplicou o golpe no restaurante de Ilhabela (SP) antes de ficar tão conhecido. Foi em outubro de 2020.

Ele chegou a um quiosque acompanhado de duas mulheres jovens. O trio consumiu bebidas caras e pratos com camarão, lula e filé mignon. As mulheres teriam deixado o local logo depois, e o golpista teria alegado que não pagaria a conta.

Boa aparência

Gildo Santos, dono do quiosque, disse ao G1 que as outras mesas ficaram impressionadas com a quantidade de bebidas caras que Ruan pedia. O “Playboy do golpe” chegou ao local bem apresentado, com tatuagens bem feitas à mostra, segundo o proprietário do estabelecimento.

A Polícia Militar foi então chamada e, no momento da prisão, Ruan teria confessado que era “malandro”. No boletim de ocorrência da época, a Polícia Civil disse que o suspeito sabia bem como funcionavam as leis e que aquele era um crime de menor gravidade, em que o infrator não costuma ficar preso.

Além de Goiás, Tocantins e São Paulo, Ruan já aplicou golpes semelhantes no Distrito Federal e no Ceará.

A defesa de Ruan disse ao Fantástico que cogita pedir a realização de um exame psicossocial para entender a situação do cliente.

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