PL Antifacção: Motta recua e diz que trecho sobre competência da PF será alterado

Presidente da Câmara se reuniu com o relator da proposta, Guilherme Derrite (PL-SP). Mais cedo, o texto recebeu críticas de governistas

atualizado

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Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), durante sessão no plenário Metropoles
1 de 1 Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), durante sessão no plenário Metropoles - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta segunda-feira (10/11) que conversou com o relator do Projeto de Lei Antifacção, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), e que o trecho do relatório que restringe os poderes da Polícia Federal (PF) será alterado.

O trecho previa ações conjuntas da Polícia Federal com as forças estaduais em crimes ligados a facções, condicionando-as a um pedido formal do governador.

Mais cedo, o texto recebeu críticas de governistas, como a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. Segundo ela, as mudanças do relator “tiram a Polícia Federal do combate ao crime organizado”.

“Isso é um presente para as facções que atuam em todo o país, inclusive no mercado financeiro, e que estão sendo enfrentadas com inteligência. As mudanças inviabilizam ações coordenadas contra a estrutura financeira das facções, como a Operação Carbono Oculto, e podem tumultuar os inquéritos e ações judiciais em andamento, porque alteram as competências da União e dos Estados, de forma inconstitucional”, disse a ministra.

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