Pimenta diz que vai recorrer a Alcolumbre para anular quebra de sigilo de Lulinha

A votação dos requerimentos na CPMI do INSS foi realizada em globo, isto é, quando todos são votados ao mesmo tempo

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1 de 1 Foto colorida mostra deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) - Metrópoles - Foto: Kebec Nogueira/Metrópoles

O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) declarou, nesta quinta-feira (26/2), que vai recorrer à presidência do Congresso Nacional e vai diretamente ao presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para anular a votação dos requerimentos aprovados pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as fraudes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

“Eu requeiro à Vossa Excelência que anule o resultado por erro material da contagem e que Vossa Excelência anuncie o resultado verdadeiro, baseado nas imagens, nas fotos. Não havendo, sr. presidente, por parte da Vossa Excelência, esse entendimento, nós vamos interpretar como uma ação deliberada do senhor para fraudar o resultado da votação”, disse Pimenta.

Segundo parlamentar, “diante deste fato, nós iremos até o presidente do Congresso Nacional para solicitar a imediata anulação que teve aqui, e, ao mesmo tempo, vamos fazer uma representação no Conselho de Ética do Congresso Nacional contra Vossa Excelência.

O governista alega que havia votos suficientes para não aprovar os requerimentos. Ele contou 14 nomes, enquanto o presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), contou sete, o que resultou na aprovação dos pedidos.

A votação foi realizada em globo, isto é, quando todos são votados ao mesmo tempo.

Eis os votos que Pimenta calculou:

  • Senadora Soraya Thronicke;
  • Senador Randolfe Rodrigues;
  • Senadora Jussara Lima;
  • Senador Jaques Wagner;
  • Senadora Tereza Leitão;
  • Deputado Damião Feliciano;
  • Deputado Átila Lira;
  • Deputado Cleber Verde;
  • Deputado Orlando Silva;
  • Deputado Romero Rodrigues;
  • Deputado Paulo Pimenta;
  • Deputado Alencar Santana;
  • Deputado Neto Caleto; e
  • Deputado Rogério Correia.

Ainda que houvesse os 14 votos, não passaria pela recusa da votação dos requerimentos, visto que o quórum do colegiado é de 31 parlamentares. Precisariam de maioria simples, o que não ocorreu.

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as fraudes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aprovou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fabio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O pedido é referente ao período de 1° de janeiro de 2022 a 31 de janeiro de 2026.

Logo após a aprovação, diversos parlamentares brigaram. Houve empurra-empurra, e a TV Senado derrubou a transmissão do colegiado.

Veja o momento da confusão:

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