
Milena TeixeiraColunas

Governo “na cola” da base para livrar Lulinha da CPMI do INSS
Lideranças do governo no Congresso Nacional monitoram lista de parlamentares presentes na CPMI do INSS para livrar Lulinha de convocação
atualizado
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Preocupadas em não repetir a desarticulação do começo da CPMI do INSS, lideranças do governo no Congresso Nacional monitoram com lupa a lista de presença da comissão nesta quinta-feira (26/2).
A estratégia é evitar que o filho do presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, tenha a quebra de sigilo aprovada ou seja convocado a prestar depoimento ao colegiado.
O empresário voltou a ficar na mira da CPMI após o portal Metrópoles revelar, na coluna de Andreza Matais, que o nome dele foi citado na delação premiada de dois ex-servidores do alto escalão do INSS.
Neste momento, a base governista concentra esforços no acompanhamento do quórum da comissão. Embora o governo tenha maioria nominal, parte dos membros titulares tem dividido a agenda com a CPMI do Crime, o que pode alterar o equilíbrio de forças nas votações.
Mais convocações
O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), incluiu na pauta desta quinta-feira a votação do requerimento que solicita a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
Além da análise dos requerimentos, a comissão tem previstas para hoje as oitivas do deputado estadual Edson Araújo, do empresário Paulo Camisotti e do advogado Cecílio Galvão.
Ao todo, 87 requerimentos constam na pauta da reunião. Entre eles, há pedidos relacionados ao Banco Master. Os parlamentares também devem apreciar solicitações que miram o ex-sócio do banqueiro Daniel Vorcaro e presidentes de instituições financeiras.






