
Milena TeixeiraColunas

Como a CPMI do INSS viu as primeiras decisões de Mendonça no Master
Integrantes da CPMI do INSS fazem um balanço da primeira semana do ministro André Mendonça na relatoria do caso envolvendo o Banco Master
atualizado
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Antes entusiasmados com a ida do ministro do STF, André Mendonça, para a relatoria do caso Master, integrantes da CPMI do INSS passaram a avaliar, nos bastidores, que o magistrado tomou decisões consideradas “pouco razoáveis” na condução do processo.
Segundo esses parlamentares, a primeira decisão vista como equivocada foi a de manter o direito de Daniel Vorcaro, dono do banco, de não comparecer à oitiva que estava agendada para segunda-feira (22/2).
Outra decisão também criticada foi de o magistrado decidir que Vorcaro não poderá viajar a Brasília em uma avião particular. Segundo o ministro, o empresário poderá somente se deslocar à capital federal em uma aeronave comercial ou em um voo conduzido pela Polícia Federal.
Para a cúpula da comissão, a decisão de Mendonça contribuiu para que o banqueiro desistisse de comparecer ao colegiado.
Investigado por fraude financeira, Vorcaro era guardado na próxima semana para prestar depoimentos na CPMI do INSS e na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, que criou um grupo de trabalho para acompanhar as investigações do caso Master.






