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Milena Teixeira

Por que nem a cúpula da CPMI do INSS acredita na convocação de Lulinha

Cúpula da CPMI do INSS avalia, nos bastidores, que o governo vai conseguir, mais uma vez, barrar a convocação de Lulinha no colegiado

03/02/2026 12:07, atualizado 03/02/2026 12:09
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Lulinha
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Apesar de o presidente da CPMI do INSS afirmar que vai insistir na convocação de Lulinha, integrantes da cúpula da comissão avaliam, nos bastidores, que o governo tem condições de barrar, mais uma vez, a ida do filho do presidente Lula ao colegiado.

Na avaliação de parlamentares do Centrão e de aliados do Palácio do Planalto, a base governista ainda detém maioria na CPMI, o que permitiria postergar, ou até inviabilizar,  a convocação do empresário Fábio Luís Lula da Silva.

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O presidente Lula e seu filho, o empresário Fábio Luís Lula da Silva — conhecido como Lulinha
Fábio Luís da Silva, o Lulinha
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O presidente Lula e seu filho, o empresário Fábio Luís Lula da Silva — conhecido como Lulinha
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O presidente Lula e seu filho, o empresário Fábio Luís Lula da Silva — conhecido como Lulinha

Arte/Metrópoles
Fábio Luís da Silva, o Lulinha
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Fábio Luís da Silva, o Lulinha

Reprodução/Redes Sociais

Para deputados do Centrão que compõem a CPMI, Lulinha só seria convocado se a oposição conseguir se articular para formar maioria no colegiado.

Integrantes da comissão, no entanto, demonstram otimismo quanto à prorrogação dos trabalhos da CPMI.

O consenso é de que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), possa buscar um meio-termo e autorizar a extensão dos trabalhos por mais seis meses.

O presidente da comissão, o senador Carlos Viana (Podemos-MG), pretende se reunir com o chefe do Senado nesta terça-feira (3/2) para tratar do assunto. Já a convocação de Lulinha será pautada pelo parlamentar na próxima semana.