
Milena TeixeiraColunas

Por que nem a cúpula da CPMI do INSS acredita na convocação de Lulinha
Cúpula da CPMI do INSS avalia, nos bastidores, que o governo vai conseguir, mais uma vez, barrar a convocação de Lulinha no colegiado
atualizado
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Apesar de o presidente da CPMI do INSS afirmar que vai insistir na convocação de Lulinha, integrantes da cúpula da comissão avaliam, nos bastidores, que o governo tem condições de barrar, mais uma vez, a ida do filho do presidente Lula ao colegiado.
Na avaliação de parlamentares do Centrão e de aliados do Palácio do Planalto, a base governista ainda detém maioria na CPMI, o que permitiria postergar, ou até inviabilizar, a convocação do empresário Fábio Luís Lula da Silva.
Para deputados do Centrão que compõem a CPMI, Lulinha só seria convocado se a oposição conseguir se articular para formar maioria no colegiado.
Integrantes da comissão, no entanto, demonstram otimismo quanto à prorrogação dos trabalhos da CPMI.
O consenso é de que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), possa buscar um meio-termo e autorizar a extensão dos trabalhos por mais seis meses.
O presidente da comissão, o senador Carlos Viana (Podemos-MG), pretende se reunir com o chefe do Senado nesta terça-feira (3/2) para tratar do assunto. Já a convocação de Lulinha será pautada pelo parlamentar na próxima semana.






