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Brasil

Pesquisadores acham parte do fóssil Luzia em ruínas do Museu Nacional

Segundo a arqueóloga Cláudia Rodrigues, crânio sofreu alterações em razão do incêndio

19/10/2018 11:23, atualizado 20/10/2018 09:39
Divulgação
Pesquisadores acham parte do fóssil Luzia em ruínas do Museu Nacional

A direção do Museu Nacional anunciou que encontrou o crânio de Luzia, o fóssil humano mais antigo das Américas, com cerca de 11 mil anos, nesta sexta-feira (19/10).

O anúncio foi feito pela arqueóloga Cláudia Rodrigues, que coordena a escavação dos escombros do museu, que pegou fogo no dia 2 de setembro.

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Claudia informou que o crânio sofreu alterações em razão do incêndio, que consumiu a maior parte do acervo de 20 milhões de itens.

“Nós conseguimos recuperar o crânio de Luzia. É claro que, em virtude do acontecimento, ele sofreu alterações, tem alguns danos. Mas nós estamos comemorando”, disse a arqueóloga.

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O crânio foi encontrado fragmentado e agora passará por um trabalho de reconstituição. “Pelo menos 80% dos fragmentos foram identificados”, afirmou.