“Perdeu, mané”: líder da oposição se manifesta sobre condenação de ré

De acordo com o líder da oposição, a decisão foi “injusta, desumana e desproporcional”

atualizado

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Foto colorida de Luciano Zucco, líder da oposição na Câmara. - Metrópoles
1 de 1 Foto colorida de Luciano Zucco, líder da oposição na Câmara. - Metrópoles - Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

O líder da oposição na Câmara dos Deputados, deputado federal Luciano Zucco (PL-RS) se manifestou sobre a condenação de Débora Rodrigues dos Santos a uma pena de 14 anos por cinco crimes diversos, dentro da participação dos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. Segundo o parlamentar a decisão foi “injusta, desumana e desproporcional”.

Débora ficou conhecida por ter pichado com um batom a frase “perdeu, mané” na estátua A Justiça, situada em frente à sede da Corte. A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta sexta-feira (25/4) para a condenação da cabeleireira.

Segundo Zucco a mulher não possui antecedentes criminais, não apresenta ameaça à sociedade e não participou de nenhum ato que possa configurar tentativa de golpe de Estado. “Seu único erro foi estar presente em um protesto no dia 8 de janeiro — erro esse que, mesmo se caracterizado como depredação, já foi mais do que expiado pelo tempo de prisão que ela e tantos outros já cumpriram”, afirma.

O parlamentar além de pedir pela anistia, acusa o STF de tratar os “cidadãos comuns como criminosos de alta periculosidade” e fechar os olhos para escândalos que ocorrem no país.

“Perdeu, mané”

Ela foi denunciada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) pelos crimes de associação criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e dano qualificado contra o patrimônio da União.

Ela foi presa preventivamente em março de 2023, durante a oitava fase da Operação Lesa Pátria, conduzida pela Polícia Federal.

Em novembro de 2024, ela pediu perdão por ter pichado o monumento e alegou, em interrogatório, que “não fazia ideia do bem financeiro e do bem simbólico”.

Em 28 de março deste ano, Moraes substituiu a prisão preventiva de Débora por prisão domiciliar. O magistrado seguiu parecer da PGR, que opinou pelo relaxamento da prisão preventiva. Atualmente, ela vive em Paulínia, São Paulo.

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