Pai e filho são presos um ano após morte de cobradores de dívida no PR.
Segundo a investigação, quatro cobradores de dívida foram encontrados mortos após exigir a dívida de R$ 255 mil que o pai e o filho deviam

Pai e filho foram presos nesta terça (18/8) em um sítio na zona rural de Rio das Pedra, em São Paulo, após passarem mais de um ano foragidos, com o nome na lista vermelha do Interpol. Antônio Buscariollo, 67 anos, e Paulo Buscariollo, de 23, são suspeitos de envolvimento na morte de quatro cobradores de dívida no Paraná.
Veja momento da prisão:
Segundo a investigação, Robishley Hirnani de Oliveira, Rafael Juliano Marascalchi, Diego Henrique Afonso e Alencar Gonçalves de Souza foram encontrados mortos em um bunker depois de exigir R$ 255 mil à família Buscariollo, pagamento que estava atrasado.
Antônio e Ricardo Buscariollo haviam adquirido uma propriedade rural em dez notas promissórias de R$ 25 mil cada com as vítimas. No entanto, nenhuma parcela foi paga.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesDois suspeitos que colaboraram no crime também foram presos.
Entenda o caso
- Em 4 de agosto de 2025, Robishley, Rafael e Diego viajaram de São José do Rio Preto (SP) a Icaraíma (PR)
- Eles iriam encontrar com Alencar e cobrar uma dívida de R$ 255 mil da família Buscariollo.
- Os quatro foram vistos pela última vez um dia depois e passaram a ser considerados desaparecidos.
- Os corpos foram encontrados mais de um mês depois, enterrados em um bunker.
Segundo a Polícia Civil do Paraná (PCPR), que coordena a investigação, foragidos foram localizados após levantamentos de inteligência policial e monitoramento.
Segundo a corporação, os suspeitos ainda tentaram fugir para o meio da mata, mas não conseguiram escapar da polícia. O outro filho de Antônio foi preso em Santa Bárbara do Oeste (SP) e o quarto suspeito já estava preso por outro crime.
“Com a identificação de seu paradeiro, realizamos o monitoramento e planejamos o melhor momento para a captura. Durante a ação em Rio das Pedras, pai e filho tentaram empreender fuga e foram capturados em meio a mata”, disse o delegado da PCPR Thiago Teixeira, do Departamento de Operações Especiais.

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Ver todasA PCPR segue investigando o caso para colher informações e concluir o inquérito.



