Pai de argentina ré por injúria é gravado repetindo gestos racistas. Vídeo

Pai de Agostina Paez foi gravado em bar dizendo que pagou fiança no Brasil e que é “agiota” e “narco”

atualizado

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Reprodução/Redes Sociais
mariano páez
1 de 1 mariano páez - Foto: Reprodução/Redes Sociais

Dias depois da advogada argentina Agostina Páez retornar ao país após responder por injúria racial no Brasil, o pai dela, Mariano Páez, foi gravado na madrugada desta sexta-feira (3/4) fazendo os mesmos gestos que levaram a filha a ser presa no Rio de Janeiro. Confira:

Segundo informações do jornal El Clarín, o empresário foi gravado imitando um macaco em um bar na cidade de Santiago del Estero, cidade natal de Agostina.

Nas imagens, que agora circulam nas redes sociais, Mariano Páez diz que foi ele quem pagou a fiança de R$ 97 mil que permitiu que a advogada retornasse à Argentina na última quarta-feira (1º/4) e responda ao processo fora do Brasil.

“Asco do Estado. Eu não vivo de política. Sou empresário, milionário e agiota. E narco (sic)”, diz o empresário no vídeo.

Ao programa LN+, Mariano Páez disse, nesta sexta, que o material poderia ter sido produzido por inteligência artificial e que foi chantageado a pagar 5 milhões de pesos para que as imagens não fossem publicadas, porém, não disse quem fez o pedido.

Ao mesmo tempo, confirmou que esteve no bar e reconheceu as pessoas que apareceram nas gravações. Negou ser agiota ou “narco”.

Após a repercussão da gravação, Agostina Páez disse “ter absolutamente nada a ver com as imagens que estão circulando” e disse que não pode ser responsabilizada pelos atos do pai. “O que aparece é lamentável e o repudio completamente”, disse em publibação nas redes sociais.

“Reconheci meus erros, pedi desculpas e enfrentei as consequências. Mas somente posso responder pelos meus própios atos. Hoje eu estou focada em me reconstruir”, disse.

A argentina seguiu para dizer que “esse pesadelo não acaba nunca. Que horror”.

Relembre o caso

Em 14 de janeiro, em um bar localizado na Zonal Sul do Rio de Janeiro, Agostina Páez foi filmada fazendo gestos racistas contra funcionarios do estabelecimento.

Segundo a Polícia Civil, a turista teve uma discussão com o gerente do local por causa de um erro no pagamento da conta.

Após a repercussão das imagens, a Justiça determinou que o passaporte da suspeita fosse apreendido e passou a usar tornozeleira eletrônica.

Ela foi denunciada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro pelo crime de racismo e a denúncia foi aceita pela Justiça, que decretou a prisão preventiva de Agostina em 5 de fevereiro, revogada dias depois.

Um mês depois do episódio, Agostina Páez publicou um vídeo nas redes sociais pedindo desculpas pelos atos.

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