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Brasil

Mulher presa diz à polícia que xingou Bolsonaro "num ato de impulso"

Camila Santos, de 41 anos, alegou ter ficado surpresa "consigo mesma" e está insatisfeita com o trabalho do presidente na área da saúde

30/11/2021 17:33, atualizado 30/11/2021 18:10
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Hugo Barreto/Metrópoles
Jair Bolsonaro

Rio de JaneiroDetida no sábado (27/11), em Resende, sul fluminense, por xingar o presidente Jair Bolsonaro (PL) de “filho da puta”, a fisioterapeuta Camila Santos Leitão, de 41 anos, alegou que foi um “ato de impulso”. Após a ofensa, ela acabou levada à Delegacia da Polícia Federal de Volta Redonda.

Na unidade, preencheu um termo circunstanciado com o compromisso de comparecer ao Juizado Especial Federal de Resende, quando for intimada. No documento ao qual o Metrópoles teve acesso, Camila contou que “proferiu as palavras sem qualquer ato de premeditação” e “que teria ficado surpresa consigo mesma após gritar”.

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Ela alegou ainda que trabalha na área da saúde e está “bastante insatisfeita e estressada com a forma que o governo vem conduzindo a questão (…). Que talvez por essa razão, cedeu ao impulso de xingar o presidente”.

O ataque verbal ocorreu às margens da Rodovia Presidente Dutra, antes de o presidente chegar à formatura de cadetes na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), quando ele acenava a pé para os motoristas. Camila estava no banco do carona de um Ford Fiesta, dirigido pela irmã, quando seguia para a cidade de Aparecida, em São Paulo.

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Bolsonaro foi xingado à beira de rodovia
O atual presidente, Jair Bolsonaro, se filiou recentemente ao PL
Bolsonaro subiu em um trio elétrico para cumprimentar os pouco apoiadores que acompanharam sua filiação do lado de fora do prédio
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Gustavo Moreno/Especial Metrópoles
Bolsonaro foi xingado à beira de rodovia
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Bolsonaro foi xingado à beira de rodovia

Michael Melo/Metrópoles
O atual presidente, Jair Bolsonaro, se filiou recentemente ao PL
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O atual presidente, Jair Bolsonaro, se filiou recentemente ao PL

Ao colocar o corpo para fora do veículo, ela xingou o presidente e acabou detida por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Na Justiça Federal, ela responderá pelo crime de injúria. A pena varia de um a seis meses de detenção, mas, em razão de ter sido contra presidente da República, pode receber aumento de 1/3.