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Brasil

Mulher de Moraes entra na defesa de empresário da mineração no STF

Kallas é citado em investigação na PF por extração ilegal em área de recuperação; ele também é acionista em empresa com Daniel Vorcaro

Maria Laura Giuliani07/02/2026 17:34, atualizado 09/02/2026 08:21
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Hugo Barreto/Metrópoles
Ministro Alexandre de Moraes e sua esposa Viviane Barci - Metrópoles

A advogada Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, assumiu no início da semana a defesa de Lucas Kallas, empresário do setor de mineração, na Corte. Ele responde a um processo por extração ilegal de minério de ferro.

Por meio da Cedro Mineração, Kallas detém ainda 8% da Biomm, empresa do setor de biomedicamentos. O maior acionista da companhia, no entanto, é o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, que possui 25,86% das ações.

O processo de Kallas chegou ao Supremo em 2 de fevereiro. O Metrópoles procurou o escritório de Viviane Barci de Moraes por telefone, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto.

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Alexandre de Moraes e a esposa, Viviane Barci de Moraes
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Alexandre de Moraes e a esposa, Viviane Barci de Moraes, tivaram a Magnitsky revogada pelos EUA
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Alexandre de Moraes e a esposa, Viviane Barci de Moraes, tivaram a Magnitsky revogada pelos EUA

Hugo Barreto/Metrópoles
Alexandre de Moraes e a esposa, Viviane Barci de Moraes
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Alexandre de Moraes e a esposa, Viviane Barci de Moraes

STF
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Arquivo Presidência da República

O empresário foi citado pela Polícia Federal (PF) em um inquérito sobre extração ilegal em área de recuperação ambiental envolvendo a Empresa de Mineração Pau Branco (Empabra) e que teria explorado irregularmente uma mina na Serra do Curral.

Em nota, a assessoria de Kallas afirmou que a empresa dele foi indevidamente citada na ação envolvendo a Empabra, empresa da qual a Cedro teria se afastado em 2017.

“Para prestar os esclarecimentos necessários, [Kallas] é assistido pelos escritórios Grimaldi & Rodrigues e Barci de Moraes, que atuam de forma conjunta desde 2024. Não ha ação penal instaurada”, afirma o comunicado à imprensa.

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