Movimentação financeira de condenado por bomba no DF é incompatível

George Washington Sousa é responsável por tentativa de atentado em Brasília e foi condenado a 9 anos e 4 meses de prisão

atualizado

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George Washington de Oliveira Sousa
1 de 1 George Washington de Oliveira Sousa - Foto: Divulgação/CLDF

A movimentação financeira do responsável pela tentativa de atentado a bomba próximo ao aeroporto de Brasília, George Washington Sousa, é considerada incompatível com o patrimônio declarado pelo suspeito, além de ter indícios de financiamento ao terrorismo, de acordo com o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

Entre março e dezembro do ano passado, as contas de George Sousa registraram movimento de R$ 749 mil — cerca de R$ 369 mil apenas no cartão de débito, de acordo com relatório do Coaf.

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George Washington de Oliveira Sousa
George Washington Oliveira Sousa é acusado de planejar um atentado terrorista em Brasília na posse de Lula
George Washington foi preso por suspeita de planejar atentado a bomba em aeroporto
Artefato localizado no aeroporto tinha relógio capaz de acionar a explosão
Equipe do Esquadrão de Bombas
Empresário bolsonarista George Washington Oliveira Sousa
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Empresário bolsonarista George Washington Oliveira Sousa

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George Washington de Oliveira Sousa

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George Washington Oliveira Sousa é acusado de planejar um atentado terrorista em Brasília na posse de Lula
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George Washington Oliveira Sousa é acusado de planejar um atentado terrorista em Brasília na posse de Lula

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George Washington foi preso por suspeita de planejar atentado a bomba em aeroporto
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George Washington foi preso por suspeita de planejar atentado a bomba em aeroporto

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Artefato localizado no aeroporto tinha relógio capaz de acionar a explosão
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Artefato localizado no aeroporto tinha relógio capaz de acionar a explosão

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Equipe do Esquadrão de Bombas
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Equipe do Esquadrão de Bombas

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Desativação do explosivo mobiliza bombeiros e policiais militares
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Desativação do explosivo mobiliza bombeiros e policiais militares

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Artefato explosivo foi encontrado no Aeroporto de Brasília
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Artefato explosivo foi encontrado no Aeroporto de Brasília

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Polícia atuou para desarmar explosivo achado próximo ao aeroporto
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Polícia atuou para desarmar explosivo achado próximo ao aeroporto

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“O volume transacionado em sua conta dentro do período da análise excede sua capacidade financeira, sendo que algumas operações específicas apresentam atipicidades potencialmente relacionadas à compra de armamentos”, teria relatado o órgão no documento. As informações são do O Globo, que teve acesso ao relatório.

A renda declarada de Sousa à Justiça do Distrito Federal era, em média, de R$ 4 mil a 5 mil, além de afirmar que trabalhava como gerente de postos no interior do Pará. Ele também admitiu à Polícia Civil ter gastado R$ 160 mil na aquisição de armas e munições.

Na casa dele, foram encontrados armamentos trazidos do Pará a Brasília. Sousa acabou condenado a 9 anos e 4 meses de prisão e cumpre pena desde dezembro do ano passado.

Sobre o Coaf

O Coaf é um dos órgãos que visam a prevenção e o combate à lavagem de dinheiro, sendo considerada a autoridade central da Unidade de Inteligência Financeira (UIF) do país. Foi criado pelo governo de Fernando Henrique Cardoso.

Relembre o caso da bomba em Brasília

Na véspera do Natal de 2022, equipes da Polícia Militar (PMDF) e do Corpo de Bombeiros (CBMDF), com apoio da Polícia Federal (PF) e da Polícia Civil (PCDF), se mobilizaram em área próxima ao Aeroporto de Brasília para desarmar uma bomba com potencial de provocar sérios danos à região ou “uma tragédia”, como definiu o diretor-geral da Polícia Civil do DF, Robson Cândido, à época.

A bomba estava acoplada a um caminhão-tanque e só não foi acionada por erro técnico. A polícia identificou e prendeu o suspeito de tentar explodir o artefato no mesmo dia. O empresário que planejou o atentado em Brasília foi identificado como George Washington Oliveira Sousa. Logo em seguida, outros dois nomes foram apontados como participação no crime.

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