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Brasil

Moraes nega pedido de visita de Javier Milei a Bolsonaro

Segundo o magistrado, as visitas a Jair Bolsonaro estão proibidas por 30 dias e o pedido do presidente argentino foi "prejudicado"

18/07/2026 09:23, atualizado 18/07/2026 09:57
Reprodução/Redes sociais
Javier Milei e Jair Bolsonaro (PL)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes negou, neste sábado (18/7), o pedido de visita do presidente da Argentina, Javier Milei, ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

O Metrópoles teve acesso à decisão do ministro por meio da coluna Reinaldo Azevedo.

A defesa de Bolsonaro tinha feito um pedido para que a visita ocorresse no dia 25 de julho, quando o argentino estará no Brasil.

Como, na sexta (17/7), Moraes suspendeu todas as visitas a Bolsonaro pelo prazo de 30 dias (com poucas exceções), o ministro entendeu que o pedido de encontro entre o ex-presidente e Milei ficou “prejudicado”.

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Restrições

Nessa sexta-feira (17/7), Moraes manteve o ex-presidente em prisão domiciliar, mas ampliou as restrições impostas ao custodiado e proibiu visitas com finalidade político-eleitoral até o fim das eleições gerais de 2026.

O ministro também suspendeu todas as visitas ao ex-presidente durante o período de 30 dias, com exceção dos médicos que atendem a Bolsonaro, além dos advogados.

No caso da defesa, a única restrição mantida é a de visita do filho Flávio Bolsonaro, que era listado como advogado do pai. Ele está proibido de estar com o pai por 90 dias, após a divulgação de uma carta de Jair.

Além disso, Moraes estabeleceu que o ex-presidente não poderá divulgar manifestos ou mensagens de conteúdo político-eleitoral, mesmo que isso ocorra por intermédio de terceiros, independentemente do meio utilizado.