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Moraes cita mensagens de Ramagem: “Não é do PCC, é do diretor da Abin”

Primeira Turma do STF retomou nesta terça-feira (9/9) o julgamento de Bolsonaro e outros sete réus da chamada trama golpista

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Ministro Alexandre de Moraes - A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retoma, nesta terça-feira (9/9), o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mais sete aliados por suposta trama golpista, que tinha como intenção impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2022 - Metrópoles
1 de 1 Ministro Alexandre de Moraes - A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retoma, nesta terça-feira (9/9), o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mais sete aliados por suposta trama golpista, que tinha como intenção impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2022 - Metrópoles - Foto: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

Durante seu voto na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Alexandre de Moraes comparou uma troca de mensagens entre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o deputado federal Alexandre Ramagem com criminosos do PCC.

O STF retomou , na manhã desta terça-feira (9/9), o julgamento da Ação Penal nº 2.668, que atrela a Bolsonaro e outros sete réus o planejamento de uma suposta trama golpista para anular as eleições de 2022.

Acompanhe aqui:

O ministro detalhou anotações da PF no computador de Ramagem com textos que questionavam as urnas. A acusação da PGR sustenta que se tratava de material para Bolsonaro, o que é negado pela defesa do ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

“Isso não é uma mensagem de um delinquente do PCC. Isso é uma mensagem do então diretor-geral da Abin e futuro ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), da Presidência da República. A organização criminosa já iniciava os atos executórios para se manter no poder, independentemente de qualquer coisa, e para afastar o controle judicial previsto”, ressaltou Moraes.

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Deputado federal Luciano Zucco
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As anotações encontradas em agendas do ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) Augusto Heleno, também foram trazidas por Moraes durante o seu voto. “Anotações de Augusto Heleno, corrobaram com as de Alexandre Ramagem, o que demonostra toda essa estruturação criminosa para atenar contra o Poder Judicário”, frisou.

Moraes destacou que não é razoável achar normal um general do Exército ter uma agenda com anotações golpistas.

Ter uma agenda preparando a execução de atos para deslegitimar as eleições, deslegitimar o Poder Judiciário e se perpetuar no poder”, afirmou Moraes.

O ministro continuou: “Eu não consigo entender como alguém pode achar normal numa democracia, em pleno século 21, uma agenda golpista”.

Anotações de Heleno

A denúncia da PGR contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e outras 33 pessoas pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa, mostra anotações do general Augusto Heleno, então ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), com diretrizes a serem seguidas para descredibilizar as urnas eletrônicas.

Na residência de Augusto Heleno, foi encontrada uma agenda com anotações sobre o planejamento prévio do grupo para fabricar um discurso para descredibilizar as urnas eletrônicas. Heleno definiu algumas diretrizes estratégicas a serem seguidas.

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