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Brasil

Ministro do STJ decide que Pastor Everaldo ficará preso preventivamente

O presidente do PSC foi preso, temporariamente, no dia 28, durante operação que afastou Wilson Witzel do cargo de governador do Rio

05/09/2020 08:13, atualizado 05/09/2020 14:00
Lucio Bernardo Jr. / Câmara dos Deputados
Pastor Everaldo

Presidente do PSC, Pastor Everaldo (foto em destaque) vai ficar preso por tempo indeterminado. A decisão é do ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que nessa sexta-feira (4/9) atendeu ao pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e converteu a prisão temporária em preventiva do político.

Pastor Everaldo foi preso no último dia 28, durante operação que afastou o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), do cargo. Eles são investigados por suposto desvios na área de Saúde do Rio de Janeiro.

De outro lado, o ministro Benedito Gonçalves autorizou a soltura do ex-subsecretário de Saúde Gabriell Neves, dos empresários Cinthya Silva Neumann e Maurício Monteiro da Fontoura e de Gustavo Borges e Carlos Frederico.

Em nota, o advogado Carlo Huberth Luchione, que representa Fontoura e Neumann, disse que a decisão “foi justa e acertada, pois o ministro demonstrou serenidade em decidir sem a influência de fatores externos em caso de tanta repercussão.”

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Pastor Everaldo foi preso durante operação deflagrada pela PF que mirou um esquema de corrupção na área de saúde do governo do RJ
Governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel
Castro assumiu o lugar de Wilson Witzel, que passou por um processo de impeachment
Wilson Witzel, ex-governador do Rio de Janeiro
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Wilson Witzel, ex-governador do Rio de Janeiro

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Pastor Everaldo foi preso durante operação deflagrada pela PF que mirou um esquema de corrupção na área de saúde do governo do RJ
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Pastor Everaldo foi preso durante operação deflagrada pela PF que mirou um esquema de corrupção na área de saúde do governo do RJ

Divulgação
Governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel
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Governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel

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Castro assumiu o lugar de Wilson Witzel, que passou por um processo de impeachment
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Castro assumiu o lugar de Wilson Witzel, que passou por um processo de impeachment

Agência Brasil

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Ao todo, o STJ expediu 17 mandados de prisão e 72 de busca e apreensão. As ordens foram cumpridas pela Polícia Federal nos Palácios Laranjeiras e Guanabara, na residência do vice-governador, Cláudio Castro (PSC), na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, além de outros endereços nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Alagoas, Sergipe, Minas Gerais e no Distrito Federal.

Na quarta-feira (2/9), a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou a liminar do ministro Benedito Gonçalves, por 14 votos a um, e manteve o governador afastado por seis meses. Wilson Witzel, se manifestou, pelo Twitter, pouco depois.

“Respeito a decisão do Superior Tribunal de Justiça. Compreendo a conduta dos magistrados diante da gravidade dos fatos apresentados. Mas reafirmo que jamais cometi atos ilícitos”, escreveu.