Lula participa de mutirão e quer trocar nome da Ebserh: “Parece grego”

Presidente disse que quem batizou empresa “não entende porra nenhuma de comunicação”; evento deve realizar 22,7 mil exames e 2 mil cirurgias

atualizado

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HUGO BARRETO/METRÓPOLES @hugobarretophoto
Lula e o Ministro Alexandre Padilha durante o Ebserh em Ação Agora Tem Especialistas, no Hospital Universitário de Brasília HUB - Metropoles 2
1 de 1 Lula e o Ministro Alexandre Padilha durante o Ebserh em Ação Agora Tem Especialistas, no Hospital Universitário de Brasília HUB - Metropoles 2 - Foto: <p>HUGO BARRETO/METRÓPOLES<br /> @hugobarretophoto</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div> </p>

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou, neste sábado (13/9), do mutirão promovido pelo Ministério da Saúde e pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), em Brasília. Ele defendeu que a entidade troque de nome. “Parece grego”, afirmou, em referência à sigla da estatal. O Palácio do Planalto avalia a troca.

“A gente tem que mudar esse nome aqui. Ebserh parece um nome holandês, grego. Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, tem que ter um nome mais digerível. Uma coisa como ‘minhocão’, ‘saúdão’, qualquer coisa. Vou te contar, o cara que criou isso aqui na época em que foi criado, sinceramente, de comunicação não entende porra nenhuma. Nós temos que fazer um nome mais popular para uma coisa tão extraordinária como essa”, declarou Lula.

Depois da fala de Lula, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, esclareceu que estuda as possibilidades jurídicas para a mudança de nome, já que o nome foi definido por uma Medida Provisória (MP). A intenção seria ampliar o alcance e o conhecimento da população diante da Ebserh, que é a maior empresa pública de saúde da América Latina.

O mutirão de atendimento em saúde especializada na rede pública de saúde envolveu 45 hospitais universitários ligados à Ebserh. Trata-se do maior evento desse tipo realizado na história do Sistema Único de Saúde (SUS) e deverá realizar cerca de 29 mil procedimentos neste sábado. Destes, são 22.700 exames e 1.900 cirurgias eletivas. O mutirão faz parte de um esforço da gestão petista para a redução das filas no Sistema Único de Saúde (SUS).

De manhã, o presidente visitou algumas instalações do Hospital Universitário de Brasília (HUB), ao lado da primeira-dama Janja Lula da Silva e dos ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e da Educação, Camilo Santana. Depois, participaram de uma transmissão com outros cinco hospitais onde ocorrem os mutirões: Belém (PA), Belo Horizonte (MG), São Luís (MA), Goiânia (GO) e Curitiba (PR).

Também participaram do evento o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e ministros da Secretaria Geral da Presidência, Márcio Macêdo, e dos Direitos Humanos, Macaé Evarito. Além de integrantes do Executivo, também participaram do evento autoridades como o ex-governador e atual deputado federal, Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), a senadora Leila Barros (PDT-DF) e a deputada federal Erika Kokay (PT-DF).

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