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Lula: “Maior mentira que Bolsonaro conta é avocar o nome de Jesus”

Em encontro com empregadas domésticas, candidato petista disse neste domingo (4/9) que presidente “tenta enganar a boa-fé de cristãos”

atualizado

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Fábio Vieira/Metrópoles
ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao lado do vice Alckmin , faz movimento de pegar com as mãos
1 de 1 ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao lado do vice Alckmin , faz movimento de pegar com as mãos - Foto: Fábio Vieira/Metrópoles

São PauloLula (PT) atacou neste domingo (4/9) o uso que Jair Bolsonaro (PL) faz do nome de Jesus. O ex-presidente fez a crítica durante seu discurso para empregadas domésticas, no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo.

O petista afirmou que o atual presidente faz motociatas e encontro de jet skis, pois não tem “coragem” de fazer comício para não se “misturar com o povo”, porque “mente demais”.

“A maior mentira que ele [Bolsonaro] conta todo dia é avocar o nome de Jesus toda hora”, disse Lula. “Vocês sabem, aqui deve ter bastante evangélicas, vocês sabem nos olhos dele que ele está mentindo. Ele usa o nome de Jesus em vão que é pra poder tentar enganar a boa-fé das mulheres e dos homens cristãos desse País”, continuou.

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O ex-presidente defendeu que o Estado não deve ter religião e deve tratar todos os credos com respeito. Lula mencionou ainda iniciativas do seu governo e da gestão de Dilma à favor da liberdade religiosa.

Leia mais na página das Eleições 2022 do Metrópoles

Acesso às armas

Lula criticou o acesso às armas no governo de Jair Bolsonaro. O petista disse que agora os bandidos não precisam mais roubar armas da polícia, pois podem comprá-las legalizadas.

“Eu não acredito que alguém quer uma arma para o bem. Eu tenho 76 anos e nunca tive interesse em ter uma arma. Eu tenho a minha fé em Deus e o meu comportamento”, afirmou.

O candidato a presidente também fez menção a armas em outro momento de seu discurso para empregadas domésticas no qual defendia a educação.

“Quero dizer pra vocês que não haverá decreto de arma nesse país, haverá decreto de livros”, prometeu Lula, caso seja eleito para a Presidência.

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