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Lindbergh: foi “temeridade” Motta pautar projeto que susta alta do IOF

Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) incluiu PDL que derruba decreto do IOF na pauta desta quarta (25/6)

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KEBEC NOGUEIRA/ METRÓPOLES @kebecfotografo
Deputado Lindbergh Farias (PT) é entrevistado pelo colunista Paulo Cappelli no estúdio Metrópoles
1 de 1 Deputado Lindbergh Farias (PT) é entrevistado pelo colunista Paulo Cappelli no estúdio Metrópoles - Foto: KEBEC NOGUEIRA/ METRÓPOLES @kebecfotografo

O líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias (PT-RJ), criticou nesta quarta-feira (25/6) a decisão do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), de pautar no plenário o projeto de decreto legislativo (PDL) que susta o decreto sobre o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

A decisão, de acordo com o líder, foi recebida “com estranheza”, sem reunião prévia com o colégio de líderes e em um dia de sessão virtual, no qual a maior parte dos deputados não está presente.

“É uma temeridade do presidente Hugo Motta pautar um tema de tamanha importância sem os deputados aqui em Brasília”, alegou Lindbergh.

O petista acrescentou que a derrubada do decreto “significará automaticamente o contingenciamento de programas sociais, afetando os mais pobres”. A estimativa é de que o governo federal precise contingenciar por volta de R$ 12 bilhões sem o decreto sobre o IOF.

O líder da bancada petista também chamou de “provocação infantil” a escolha da relatoria. “Designar o Coronel Chrisóstomo como relator, um bolsonarista histriônico, chega a parecer uma provocação desnecessária. Não existe espaço de diálogo algum”, afirmou.

Como mostrou o Metrópoles, na coluna de Igor Gadelha, a decisão de Motta de pautar o PDL nesta quarta pegou de surpresa integrantes do Palácio do Planalto, deputados governistas e até líderes da oposição na Casa. O texto, apresentado pelo PL, susta o decreto apresentado pelo governo federal que reajusta as alíquotas do IOF.

Defesa de Haddad

Lindbergh também defendeu o ministro da Fazenda Fernando Haddad, a quem foi atribuída a responsabilidade pela atitude de Motta. O presidente da Câmara teria se irritado com a fala do chefe da equipe econômica criticando o projeto que aumenta o número de deputados federais.

“A responsabilidade fiscal tem que ser um compromisso de todos os poderes”, defendeu o líder. “O ministro Haddad tem todo o direito de manifestar usa posição, a fala foi respeitosa”, continuou o petista, que ressaltou que o titular da Fazenda “está tentando fazer mínimo de justiça tributária”.

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