Líder do PT diz que Motta descarta pautar anistia esta semana

Por outro lado, Lindbergh Farias reconhece que há uma articulação encabeçada por Tarcísio para votar projeto após uma eventual condenação

atualizado

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O líder de do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias, fala com a imprensa no STF. O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de mais sete aliados começou às 9h10 desta terça-feira (2/9) na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Os cinco ministros da Turma analisam a ação penal sobre suposta trama golpista atribuída ao ex-chefe do Palácio do Planalto e sete réus que visou anular as eleições de 2022 e manter Bolsonaro no poder - Metrópoles
1 de 1 O líder de do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias, fala com a imprensa no STF. O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de mais sete aliados começou às 9h10 desta terça-feira (2/9) na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Os cinco ministros da Turma analisam a ação penal sobre suposta trama golpista atribuída ao ex-chefe do Palácio do Planalto e sete réus que visou anular as eleições de 2022 e manter Bolsonaro no poder - Metrópoles - Foto: null

O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), disse nesta terça-feira (2/9) que a anistia não será pautada em meio ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O petista declarou que, apesar da pressão, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), recusou colocar o texto para ser discutido.

“Essa discussão da anistia não vai ser pautada. Teremos uma pauta tranquila essa semana com projetos sobre combate à fome. Apesar da pressão, nós não iremos votar a anisti no dia de hoje. Está havendo um julgamento no Supremo Tribunal Federal, seria uma interferência completamente indevida”, disse, ao sair da Primeira turma do STF.

Ao mesmo tempo, Lindbergh reconheceu que há uma articulação política, encabeçada pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) para colocar o projeto em votação após o fim do julgamento, previsto para 12 de setembro. Declarou que o ex-ministro de Bolsonaro tenta se viabilizar como “candidato presidencial do bolsonarismo”.

Como mostrado pelo Metrópoles, Motta e Tarcísio conversaram sobre o projeto de interesse de Bolsonaro. O presidente, no entanto, adiantou que um projeto que beneficie Bolsonaro não deve passar na Câmara.

Além dessa conversa, caciques partidários do PL, PP e do União Brasil também abordaram o tema na tentativa de destravar a tramitação. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, disse ao colunista Igor Gadelha que o encontro buscou “dar condições para o Hugo pautar” a anistia.

Lindbergh voltou a dizer que uma anistia é inconstitucional e que a base do governo irá articular contra o perdão judicial aos condenados pelos ataques do 8 de Janeiro e que “tem muito jogo pela frente”.

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