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Lewandowski se coloca à disposição do RJ: “Ouvir o que Castro precisa”

Fala do ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, ocorreu um dia após megaoperação com ao menos 132 mortos no Rio de Janeiro

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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski
1 de 1 O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski - Foto: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, afirmou, nesta quarta-feira (29/10), que o governo está à disposição para auxiliar e ouvir o que governador do Rio de Janeiro, Claúdio Castro (PL), precisa.

A megaoperação realizada pelas polícias do Rio de Janeiro nos complexos do Alemão e da Penha, nessa terça-feira (28/10), resultou em mais de 130 mortes.

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Cadáveres foram recolhidos por moradores
Megaoperação no Rio deixa mais de 100 mortos
Cadáveres foram deixados na Praça São Lucas, na Penha
Morador retira cadáveres após megaoperação das forças de segurança no Rio
Corpos na praça da Penha, no Rio de Janeiro
Corpos enfileirados na Praça São Lucas
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Corpos enfileirados na Praça São Lucas

Tercio Teixeira/Especial Metrópoles
Cadáveres foram recolhidos por moradores
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Cadáveres foram recolhidos por moradores

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Megaoperação no Rio deixa mais de 100 mortos
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Megaoperação no Rio deixa mais de 100 mortos

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Cadáveres foram deixados na Praça São Lucas, na Penha
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Cadáveres foram deixados na Praça São Lucas, na Penha

Morador retira cadáveres após megaoperação das forças de segurança no Rio
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Morador retira cadáveres após megaoperação das forças de segurança no Rio

Corpos na praça da Penha, no Rio de Janeiro
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Corpos na praça da Penha, no Rio de Janeiro

Tércio Teixeira/ Especial para o Metrópoles
Fuzis apreendidos em megaoperação no Rio de Janeiro
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Fuzis apreendidos em megaoperação no Rio de Janeiro

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Cerca de 2.500 agentes das policias civil e militar participaram da ação
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Cerca de 2.500 agentes das policias civil e militar participaram da ação

GBERTO RAS/Agencia Enquadrar/Agencia O Globo

O ministro também reforçou que “não há bala de prata para resolver essa situação” e que a comitiva do governo, composta também pelo diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, e as ministras Anielle Franco (Igualdade Racial) e Macaé Evaristo (Direitos Humanos e Cidadania), está indo ao Rio para avaliar a situação.

O envio da comitiva ao estado foi decidido durante uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na manhã desta quarta.

“O presidente determinou que nós imediatamente nos dirigíssemos ao Rio de Janeiro, eu e o diretor-geral da Polícia Federal, para nos encontrarmos com o governador do estado do RJ, o que ocorrerá ainda hoje à tarde para avaliarmos a situação conjuntamente e verificarmos como é que podemos apoiar o povo do Rio de Janeiro”, ressaltou Lewandowski.


Megaoperação

  • Pelo menos 132 pessoas foram mortas durante a megaoperação contra o Comando Vermelho deflagrada na manhã dessa terça-feira (28/10) no Rio de Janeiro.
  • Entre os mortos, há quatro policiais – dois civis e dois militares.
  • Segundo o governo, o objetivo da operação era de desarticular a estrutura do Comando Vermelho (CV), principal facção do tráfico no estado, e apreender fuzis que a organização criminosa portava.
  • A operação é considerada a mais letal da história do Rio. De acordo com o governador, quatro policiais foram mortos por “narcoterroristas durante a Operação Contenção” em um dia considerado histórico no enfrentamento ao crime organizado para Polícia Civil do RJ (PCERJ).

Lewandowski afirmou que, de ínicio, o governo federal colocou vagas à disposição no sistema prisional para a transferencia de lideranças das facções criminosas. No total, 10 presos serão encaminhados ao sistema prisional federal.

“Estamos dispostos a colaborar com peritos criminais, médicos legistas, sejam da força nacional, seja da PF, polícias de outros estados Temos também um banco de dados de DNA, de balística, muito bem operado pela Polícia Federal, isto para elucidar os crimes, para identificarmos os mortos, para sabermos se são pessoas ligadas a organizações criminosas ou não, isto de imediato já podemos colocar à disposição”, pontuou.

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