Pizzolato pede ao STF progressão para regime semiaberto
O pedido foi feito em março, mas chegou somente nesta quinta-feira (19/5) ao gabinete do ministro Luís Roberto Barroso, relator do mensalão. A progressão permitiria o ex-diretor sair do presídio durante o dia para trabalhar
atualizado
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Henrique Pizzolato, ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, pediu progressão do regime fechado para o semiaberto ao Supremo Tribunal Federal (STF). Ele foi condenado no processo do mensalão do PT a 12 anos e 7 meses de prisão pelos crimes de formação de quadrilha, peculato e lavagem de dinheiro. O ex-diretor chegou a fugir em 2013 para a Itália com os documentos do irmão morto, mas foi preso em Maranello, cidade italiana, em fevereiro de 2014 e foi transferido para Brasília no dia 22 de outubro de 2015. As informações são do portal G1.
O pedido foi feito em março, mas chegou somente nesta quinta-feira (19/5) ao gabinete do ministro Luís Roberto Barroso, relator do mensalão no STF. A progressão permitiria Pizzolato sair do presídio durante o dia para trabalhar. O pedido deve ser encaminhado ao procurador-geral da República Rodrigo Janot.
De acordo com a defesa do ex-diretor, Pizzolato já cumpriu um sexto da pena, requisito para a progressão do regime. Porém, a lei exige bom comportamento e a procuradoria já havia sinalizado que a fuga à Itália poderia ser um impedimento para o benefício. O caso será analisado por Janot.
