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Justiça

Para a PGR, 300 do Brasil faz atos que violam a Lei de Segurança Nacional

Segundo o órgão, há indícios de que o grupo continua organizando e captando recursos financeiros para ações antidemocráticas

15/06/2020 12:28, atualizado 15/06/2020 13:47
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Ao pedir a prisão temporária da ativista bolsonarista Sara Winter e outros cinco na manhã desta segunda-feira (15/06), o Ministério Público Federal afirmou que o movimento 300 do Brasil organiza atos que violam a Lei de Segurança Nacional. Os mandados de prisão foram autorizados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo o MPF, há indícios de que o grupo continua organizando e captando recursos financeiros para ações que se enquadram na Lei de Segurança Nacional.

Eles são alvo de um inquérito aberto em abril para apurar a organização de atos antidemocráticos.

Segundo o MPF, o objetivo das prisões temporárias é ouvir os investigados e reunir informações de como funciona o esquema criminoso.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, afirma que “o Estado brasileiro admite única ideologia que é a do regime da democracia participativa. Qualquer atentado à democracia afronta a Constituição e a Lei de Segurança Nacional”.

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A coordenadora do grupo é uma das investigadas no inquérito do STF sobre fake news
Sara Winter é o "nome de guerra" da extremista de direita. Ela se chama Sara Fernanda Giromini
Apoiadora ferrenha do governo Bolsonaro, ela defende bandeiras como o armamentismo
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Apoiadora ferrenha do governo Bolsonaro, ela defende bandeiras como o armamentismo

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A coordenadora do grupo é uma das investigadas no inquérito do STF sobre fake news
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A coordenadora do grupo é uma das investigadas no inquérito do STF sobre fake news

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Sara Winter é o "nome de guerra" da extremista de direita. Ela se chama Sara Fernanda Giromini
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