Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Justiça

Filha de Edson Fachin assina manifesto que pede impeachment de Bolsonaro

Melina Girardi Fachin é professora da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná (UFPR)

27/01/2021 11:30
Compartilhar notícia
Reprodução/Redes Sociais
Foto colorida de Melina Fachin, filha do ministro Edson Fachin do STF

Uma das filhas do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin assina um manifesto publicado por professores de direito da Universidade Federal do Paraná (UFPR) que pede o impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Melina Girardi Fachin (imagem em destaque) é professora adjunta dos cursos de graduação e pós-graduação da Faculdade de Direito da UFPR. Além dela, outros 42 professores assinam o manifesto. A informação foi revelada pela coluna da Mônica Bergamo no jornal Folha de S. Paulo e confirmada pelo Metrópoles.

Filha de Edson Fachin assina manifesto que pede impeachment de Bolsonaro - destaque galeria
3 imagens
Ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Edson Fachin
Fachin tem sido um dos alvos da artilharia do presidente Jair Bolsonaro
Ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Edson Fachin
1 de 3

Ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Edson Fachin

Nelson Jr./SCO/STF
Ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Edson Fachin
2 de 3

Ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Edson Fachin

Michael Melo/Metrópoles
Fachin tem sido um dos alvos da artilharia do presidente Jair Bolsonaro
3 de 3

Fachin tem sido um dos alvos da artilharia do presidente Jair Bolsonaro

Daniel Ferreira/Metrópoles
“As professoras e os professores da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná, diante dos diversos crimes de responsabilidade cometidos pelo presidente da República, manifestam-se pela abertura do processo de impeachment e de seu julgamento político”, diz o texto.

“Desde que assumiu a presidência, Jair Bolsonaro vandaliza a Constituição de 1988 ao fragilizar nosso sistema democrático com ataques infundados às instituições, notadamente as de controle e investigação: Ibama, Funai, ICMbio, Coaf e Polícia Federal são os exemplos mais recentes e permanentes”, justifica.

Os professores afirmam também que Bolsonaro atenta contra a liberdade de imprensa e, com o advento da pandemia do novo coronavírus, “passou a violar, individual e institucionalmente, o direito fundamental à saúde de todas e todos os brasileiros”.