Defensoria pede liminar contra veto a tendas no interrogatório de Lula
A proibição começa a vigorar às 23h desta segunda-feira (8) e se estende até a quarta (10), data do depoimento do petista, às 23h
atualizado
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A Defensoria Pública do Paraná pediu liminar ao Tribunal de Justiça do estado para suspender a decisão da juíza Diele Denardin Zydek, da 5ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba. Diante da previsão de que 50 mil irão invadir a cidade na quarta-feira (10/5) — dia do interrogatório do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na Operação Lava Jato —, a juíza impôs três restrições aos manifestantes. A principal delas é a montagem de estruturas e acampamentos nas ruas e praças da cidade, sob pena de multa diária de R$ 50 mil.
A ordem liminar começa a vigorar às 23h desta segunda-feira (8) e se estende até a quarta, às 23h. A Defensoria alega agir em nome de “todas as pessoas que desejarem exercer seu direito de manifestação” e pede que o habeas seja “recebido e conhecido em plantão judiciário ante a gravidade e a urgência da situação”.
“Portanto, é imperiosa a concessão de medida liminar, expedindo-se competente salvo-conduto coletivo para que todos aqueles que desejem manifestar seu pensamento na cidade de Curitiba possam o fazer, desde que de forma pacífica e organizada, afastando-se risco de imposição de multa ou outra medida coercitiva.”