CNMP pune procuradora que chamou Bolsonaro de “lixo” e “miserável”

Com a pena de censura, a procuradora fica impedida, pelo período de um ano, de ser promovida. As críticas foram publicadas em rede social

atualizado

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1 de 1 paulacristinebellotti - Foto: Reprodução

O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) aplicou, por maioria, a pena de censura a uma procuradora da República que chamou Jair Bolsonaro de “miserável”, “lixo que ocupa a Presidência” e “cara de bunda”. As criticas foram feitas nas redes sociais de Paula Cristine Bellotti, que atua no Ministério Público Federal no Rio de Janeiro.

Nas postagens, a procuradora publicou charges no Facebook contra Bolsonaro e escreveu comentários ao lado das imagens. Em um dos desenhos, o presidente aparece lambendo os pés do presidente americano, Donald Trump.

Veja:

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5 imagens
a procuradora publicou charges no Facebook
O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) aplicou, por maioria, a pena de censura
Paula Cristine Bellott atua no Ministério Público Federal no Rio de Janeiro
Paula Cristine Bellotti, que atua no Ministério Público Federal
Em um dos desenhos, o presidente aparece lambendo os pés do presidente americano, Donald Trump
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Em um dos desenhos, o presidente aparece lambendo os pés do presidente americano, Donald Trump

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a procuradora publicou charges no Facebook
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a procuradora publicou charges no Facebook

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O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) aplicou, por maioria, a pena de censura
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O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) aplicou, por maioria, a pena de censura

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Paula Cristine Bellott atua no Ministério Público Federal no Rio de Janeiro
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Paula Cristine Bellott atua no Ministério Público Federal no Rio de Janeiro

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Paula Cristine Bellotti, que atua no Ministério Público Federal
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Paula Cristine Bellotti, que atua no Ministério Público Federal

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A decisão

O CNMP entendeu que Paula Cristine Bellotti extrapolou os limites da liberdade de expressão. Para eles, a procuradora desrespeitou o dever de manter o decoro pessoal e de tratar com urbanidade as pessoas com as quais se relaciona em razão do exercício profissional.

O relator do processo, conselheiro Silvio Amorim , votou contra a aplicação de penalidades à procuradora. De acordo com ele, as postagens estavam “dentro dos limites da liberdade de expressão”.

Defesa

Paula Cristine Bellotti argumentou que as publicações não fazem menção à sua função pública, não foram postadas em perfil institucional e não expressam a opinião da instituição.

A procuradora também relatou que as manifestações não trouxeram prejuízos ao MPF e não tiveram objetivo de macular honra de autoridade pública, “mas expressar suas preocupações com a condução do país”.

Com a pena de censura, a procuradora fica impedida, pelo período de um ano, de ser promovida.

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