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Justiça

Celso de Mello libera ao plenário recurso de Bolsonaro contra depoimento

Agora, o presidente da Corte, Luiz Fux, deve marcar o julgamento. Decano deixa a Corte na próxima semana. Bolsonaro quer depor por escrito

05/10/2020 13:13, atualizado 05/10/2020 13:18
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Daniel Ferreira/Metrópoles
Ministro

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou para a pauta do plenário, nesta segunda-feira (5/10), o processo em que se discute a forma como o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deve prestar depoimento – se por escrito ou presencialmente. Ele é alvo no inquérito que apura suposta interferência indevida na Polícia Federal (PF).

Após a liberação de Celso de Mello, cabe ao presidente da Corte, ministro Luiz Fux, definir a data do julgamento. A expectativa é de que ele faça isso ainda nesta semana, porque o decano é relator do caso e deixará o STF em 13 de outubro, na próxima semana.

O ministro Celso de Mello completa 75 anos em novembro e, com isso, é obrigado a deixar a Suprema Corte. Ele, contudo, decidiu antecipar a aposentadoria para o dia 13 de outubro, de forma voluntária.

Na semana passada, o relator anulou ato do ministro Marco Aurélio Mello e retirou o processo do plenário virtual, onde os ministros não se reúnem para discutir a questão, apenas computam seus votos em uma plataforma eletrônica.

Agora, os ministros terão que debater no plenário físico se Bolsonaro terá que depor por escrito ou se deve ser submetido à oitiva presencial.

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Ministro Celso de Mello se aposentou no STF em outubro de 2020. Ele estava na Corte desde 1989, quando foi nomeado pelo então presidente José Sarney
Plenário do Supremo Tribunal Federal
Fachada do STF
Supremo Tribunal Federal, na Praça dos Três Poderes, em Brasília
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Supremo Tribunal Federal, na Praça dos Três Poderes, em Brasília

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Ministro Celso de Mello se aposentou no STF em outubro de 2020. Ele estava na Corte desde 1989, quando foi nomeado pelo então presidente José Sarney
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Ministro Celso de Mello se aposentou no STF em outubro de 2020. Ele estava na Corte desde 1989, quando foi nomeado pelo então presidente José Sarney

Nelson Jr./SCO/STF
Plenário do Supremo Tribunal Federal
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Plenário do Supremo Tribunal Federal

Carlos Moura/SCO/STF
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Fachada do STF

Vinícius Santa Rosa/ Metrópoles