Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Justiça nega indenização a jogador banido do Free Fire por trapaça

O jogador de Free Fire teve sua conta banida após usar um certo tipo de trapaça no jogo, conhecido como hack

14/01/2026 16:34, atualizado 14/01/2026 16:38
Reprodução
Imagem jogo Free Fire

O Tribunal de Justiça do Mato Grosso (TJMT) manteve o banimento da conta de um jogador de Free Fire acusado de trapacear dentro do jogo virtual. O gamer entrou na Justiça contra a Garena—empresa dona do Free Fire— pedindo indenização e a reativação do seu perfil após acusação de usar programas ilegais dentro da plataforma.

O jogador pediu indenização por danos morais e materiais, alegando que a suspensão ocorreu de forma injusta. Ele destacou que o banimento da conta causou prejuízo financeiro e afetou a sua reputação dentro do jogo.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

A Primeira Câmara de Direito Privado do TJMT entendeu que a suspensão foi legítima e negou, por unanimidade, o recurso apresentado pelo usuário.

Justiça nega indenização a jogador banido do Free Fire por trapaça - destaque galeria
5 imagens
O game Free Fire
Justiça nega indenização a jogador banido do Free Fire por trapaça - imagem 3
A Patroa
Justin Bieber é novo personagem de Free Fire
Justiça nega indenização a jogador banido do Free Fire por trapaça - imagem 1
1 de 5

Reprodução
O game Free Fire
2 de 5

O game Free Fire

Divulgação
Justiça nega indenização a jogador banido do Free Fire por trapaça - imagem 3
3 de 5

A Patroa
4 de 5

A Patroa

Reprodução
Justin Bieber é novo personagem de Free Fire
5 de 5

Justin Bieber é novo personagem de Free Fire

Divulgação

O que é o Free Fire

Free Fire é um jogo eletrônico do gênero battle royale, no qual vários jogadores competem em tempo real até que reste apenas um vencedor ou equipe vencedora.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

O jogo é gratuito e bastante popular no Brasil, especialmente em dispositivos móveis, permitindo a compra de itens virtuais e personalizações por meio de uma moeda digital chamada “diamantes”, vinculada à conta do jogador.

À Justiça, o gamer alegou falha no sistema de detecção de trapaças que bloqueou a sua conta.

“Em relação ao pedido de devolução dos valores gastos no jogo, o Tribunal ressaltou que os “diamantes” e itens virtuais não conferem direito de propriedade ao usuário, mas apenas uma licença de uso pessoal e intransferível. Com a suspensão da conta, essa licença é perdida, o que não caracteriza enriquecimento ilícito”, diz TJMT.

Sobre o pedido de dano moral, a Corte entendeu que o bloqueio da conta em jogo eletrônico, por si só, não gera indenização automática.